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Sólo podía intentarse uit oambio de la suerte utilizando la superioridad moral del japonés í r u i r al enemigo que la s u p e r i o r i d a d de su fuerza m o r a l A h o r a b i e n todos nuestros soldados daban t e s t i m o n i o de aquella fuerza invencible. Los c o m bates heroicos que nuestra a r m a d a sostenía a través del Pacífico y el ataque audaz de los cazas de la aeronaval, el 22 de s e p t i e m b r e io demost r a b a n Con esta fuerza e s p i r i t u a l estamos seguros de hacer c a m b i a r la situación presente había o p i n a d o el a l m i r a n t e Era, pues, preciso que le alentásemos y lo u t i l i z á r a m o s para f o r z a r la suerte. I n d e p e n d i e n t e m e n t e de e s t o teníamos t a m b i é n que aprovechar todas las ocasiones que nos p e r m i t i e r a n dest r u i r los portaaviones americanos. En este s e n t i d o toda invasión general de las Filipinas en que participase la f l o ta enemiga sería para nosotros la mej o r de las o p o r t u n i d a d e s Teníamos que desechar toda tácitca q u e consistiese en h u i r ante un ataque llevado a cabo p o r la f l o t a a m e r i c a n a por el c o n t r a r i o teníamos que a p r o v e c h a r el hecho de que estuviese toda reunida para d e s t r u i r l a de una vez. En esto p e r m a n e c e r í a m o s fieles a la t r a d i c i ó n de nuestra aviación naval que siemp r e perseguía la destrucción de todos los enemigos fuese cual fuese su n ú mero. La idea de sacrificarse lanzando su avión c o n t r a los navios enemigos, en r e a l i d a d se había f r a g u a d o hacía ya t i e m p o Había s u r g i d o entre las t r i pulaciones que- -d e s d e los combates de Rabaul, a finales de 1 9 4 3- -habían a d q u i r i d o conciencia de la i n f e r i o r i dad n u m é r i c a de nuestra p o b r e aviac i ó n El alférez de n a v i o O h t a era uno de aquellos p r i m e r o s v o l u n t a r i o s de la m u e r t e y fue él quien más t a r d e i n v e n t ó el O h k a (f l o r de c e r e z o) un aparato especial t o t a l m e n t e conceb i d o para las misiones de s a c r i f i c i o El c a p i t á n de navio O k a m u r a que más tarde se convertiría- en c o m a n dante de la d i v i s i ó n J i n r a i (r a y o d i v i n o) una d las escuadrillas suicidas, fue t a m b i é n uno de los p r i m e r o s en preconizar la ¡dea de los ataques 92 sin regreso. A raíz de la batalla de las islas M a r i a n a s en j u l i o de 1944, la distancia q u e existía ya entre las fuerzas japonesas y americanas le había parecido especialmente sensible y había m o t i v a d o su d e c i s i ó n ción m i s m a del s u i c i d i o c o m o servicio o b l i g a d o del K a m i k a z e nació de la exaltación p a t r i ó t i c a de todos los soldados del f r e n t e q u e r e p e n t i n a mente, se d i e r o n cuenta que la guerra había llegado a una fase c r i t i c a para el J a p ó n Sin e m b a r g o corresponde 3 un h o m b r e al v i c e a l m i r a n te O n i s h i el h o n o r de haber concretado lo que no pasaba de ser un deseo y de haberlo i n c l u i d o en la real i d a d de las batallas. El v i c e a l m i r a n t e T a k i j i r o O n i s h i era uno de ios p r i m e r o s oficiales de la escuadra aero- naval japonesa. Para él, la sal de la vida estaba únicamente en la a v i a c i ó n D u r a n t e su j u v e n t u d había sido el p r i m e r m i l i t a r japonés que había p r a c t i c a d o el par a c a i d i s m o En vísperas de la guerra p a r t i c i p ó a las ó. -denes del a l m i r a n te Y a m a m o t o en la e l a b o r a c i ó n del plan de ataque p o r sorpresa a Pearl H a r b o u r Por su p r e s t i g i o su v a l o r la entrega que le b r i n d a b a n sus soldados, el a l m i r a n t e O n i s h i era ciertamente u n o de los más eminentes e n t r e todos los grandes jefes de nuestra aero- naval. En o t o ñ o de 1944 ocupaba el puesto de d i r e c t o r de las m a n u f a c t u r a s aeronáuticas en el M i n i s t e r i o de Prod u c c i ó n I n d u s t r i a! y no cejaba en sus esfuerzos con vistas a acrecentar, p o r encima de t o d o la p r o d u c c i ó n de aparatos de b o m b a r d e o y d e caza. Sus funciones le p e r m i t í a n conocer, m e j o r que n i n g ú n o t r o la situación real en que se e n c o n t r a b a l a p r o d u c c i ó n aeronáutica del Japón y v a l o r a r su perspectiva para el f u t u ro. Así pues, fue el p r i m e r o de nuest r o s grandes jefes en darse cuenta de que la s i t u a c i ó n era tal que ya no nos quedaba p o s i b i l i d a d alguna de dest r u i r las fuerzas aéreas de los Estados Unidos p o r los medios h a b i t u a les. Justamente en aquel m o m e n t o fue i c u a n d o el a l m i r a n t e O n i s h i r e c i b i ó c o m u n i c a c i ó n de la nota del c o m a n d a n t e E i i c h i r o Jo sobre los pilotossuicidas. Es fácil i m a g i n a r que el a l- La noción del suicidio como servicio obligado aparece frente a la superioridad C o m o todos n o s o t r o s O k a m u r a pensaba que en las batallas modernas nada es en realidad más m e z q u i n o y más d o l o r o s o que la i n f e r i o r i d a d que puede e x i s t i r e n t r e dos fuerzas aéreas. Solamente r e c u r r i e n d o a las misiones de s a c r i f i c i o p o d r í a restablecerse el e q u i l i b r i o de las fuerzas. Igualmente a raíz de la batalla de las M a r i a n a s el capitán de navio E i i c h i r o Jo t o m ó el m a n d o del portaaviones Chiyoda de la 3 escuadra. Después de la batalla, aquel especialista de la aviación e s c r i b i ó al g r a n cuartel general, analizando la distancia que entonces había entre las fuerzas del Japón y las de Estados U n i d o s Ya no es t i e m p o de esperar a d e s t r u i r p o r medios ord i n a r i o s los portaaviones enemigos que son m u y superiores en n ú m e r o Pido, pues, que se f o r m e r á p i d a m e n te un c u e r p o aéreo especial cuyos p i lotos serán destinados a a r r o j a r s e d i rectamente c o n t r a los navios e n e m i gos, y que se m e c o n f i e su d i r e c c i ó n A pesar de su p e t i c i ó n el capitán Jo siguió en el puesto de c o m a n d a n te del portaaviones C h i y o d a A b o r d o de él p a r t i c i p ó en la batalla aero- naval que tuvo lugar en las prox i m i d a d e s de las F i l i p i n a s M u r i ó el 25 de o c t u b r e de 1944 con su navio, que fue h u n d i d o por aviones de la flota a m e r i c a n a T a m b i é n f u e aquel día cuando los p r i m e r o s K a m i k a z e sacrifrcaron sus vidas para salvar a la p a t r i a lanzándose c o n t r a p o r t a aviones e n e m i g o s ¡Por t a n t o puede decirse que la no-