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de nuestro Gobierno resolver con las siguientes metiidas: Primera. Obligación de todos los Ayuntamientos. Diputaciones y sanatorios del Estado de una plaza de odontólogo escolar para inspeccionar la boca de los alumnos, efectuando la lintpie a de la dentadura de todos ellos. Los niños de estos centros no serán admitidos en el establecimiento hasta que el odontólogo haya inspeccionado la dentadura para evitación de algunos contagios. Los antiguos, según el doctor Mayoral, consideraban los dientes de gran valor. Las leyes lie los babilonios y judíos tenían castigos para las personas que causaban la pérdida de algún diente. Las leyes irlandesas de quinientos años antes de Jesucristo castigaban al que causaba la pérdida de dos dientes superiores con la entrega de seis vacas y un ternero; la pérdida de todos los dientes, dieciséis vacas y un ternero. t asi todos los países civilizados tienen establecida la inspección escolar; en España hay algunos sanatorios con odontólogos, pero en otros, no, y particularmente los niños de las escuelas públicas no creo que tengan odontólc os encargados de esté servicio que tanto bien haría a estos pequeños y tanto lo agradecerían en el día de mañana. En el Japón es obligatorio el servicio de dentistería escolar en todas- las escuelas oficiales: prestan estos servicios un cuerpo oficial de odontólogos compuesto de tres mil ochocien- tos profesionales. Ya debíamos inu tar en esto a los japoneses. La Sociedad Odontológica de Francia ha celebrado en el año uyTfy una sesión extraot; dinaria para dar a conocer una película titulada Los dientes de los niños t arisit nscs. Los autores de esta proyección fueron los señores Lebrun y Sudaka. Han lofírado plasmar los medios iactibles de vulgarización de la higiene dental infantil. Dicha película ha sido donada por sus autores a la Six- iedad Odontológica de Francia, y según anunciaba la Semaine Dcntaire, se pensaba proyectarla en Bruselas durante el Congreso de Higiene Dental. El prefecto del Sena recibió en el año ig i la visita del delega io de un Comité americano portador de un donativo de 35.ooo.o co de francos, destinados a crear en París un dispensario de tlientes. boca y garganta, donde se preste asi. stencia a todos los escolares menores de dieciséis años. Igual cantidad fué ofrecida, con los niismos fines, al Gobierno italiano y a la villa de Rochester. La generosidad norteamericana, como puede apreciarse en cuestiones sanitarias, ha demostrado con ello su preocupación por cuidar v preservar las dentaduras de los pequeños. Sien haría dicho Comité si se acordara de los españoles, que bien se lo agradeceríamos. Antonio Baca. Málaga, 2 de noviembre de 1935. Don Arturo Boca Aguilera D e s p a c h o m o d e r n í s i m o eleg- ancia, sobrieclafl y poijuísimos minutos de espera. BI e m i n e n t e e s p e c i a l i s t a d o c t o r B a c a A g u i l e r a e s l a m o d e s tia y la puntualidad. D e s p u é s d e r e c o r r e r s u clínica, m o d e l o enírr- i l a s l a u c h a s v i s i t a d a s d e E s p a í i a el d o c t o r s e pre. sta g u s t o s o a n u e s t r o interrog- atorío. ¿Xaci 6 u s t e d En Má- lagra. H i j o del a f a m a d o e I n t e l i g e n t e o d o n t ó l o g o m a lagueño D Antonio B a c a por a m o r su profesife, de la yue h i z o ü n s a c e r d o c i o nue. stro p a d r e cifró s u s ilusionen e n q u e s u s c u a t r o h i j o s v a r o n e s le i m i t á r a m o s y s u c e d i é r a m o s ¿D 6 nde c u r s S u s t e d s u s e s t u d i o s ISn l a F a c u l t a d d e M e d i c i n a de M a d r i d Ii íenciándoine e n M e d i c i n a y C i r u g í a y d o c t o r á n d o m e en el a ñ o I S l í i hice oiwsiclones a m é d i c o d e l a Beneficencia e n 1920, en Málafra, o b t e n i e n d o u n a d e l a s m á s brUlaiites calificaciones. Me espec; i. -ilic 5 en g a r g a n t a n a r i z y oído, con l o s d o c t o r e s T a p i a e H i n o j a r siendo alumno interno de Odontología. ¿Obras de que e s a u t o r El e s c a s o t i e m p o q u e el e s t u d i o y t r a b a j o rae p e r m i t i e r o n d e d i a u é m i afición a e n s a y o s y trabajo. (ue, c o m o T r a y e c t o fistuloso de origren d e n t a r i o S i n u c i t e s y s u c a u s a E m i s i ó n nOCTOR D. ARTCTtO BACA AGUILERA, MEDICO p a t o l ó g i c a d e! C o r d a l etc. no p a s a n d e niero. s e n s a y o s n o ODONTÓLOGO. GRANADA ob. -itaiite el é x i t o con q u e i n m e r e c i d a m e n t e f u e r o n acoíridoa. E s imposible a u e e s t e h o m b r e todo a m o r a l t r a b a j o e. studin, a p l i c a c i ó n y ciencia, s a f e a d e s u t r i n c h e r a d e m o d e s t i a y n o s facilite n u e s t r a Ial) or i n f o r m a t i v a T como l. -i consultji e s t á l l e n a d e p a c i e n t e y el doctor, a m a b l e y c o r r e c t o ¡sonríe, en s u silencio c o m p r e n d e i n o s que e s m o m e n t o o p o r t u n o d e d e s p e d i r n u s n o s i n a g r a d e c e r l e l a s a t e n c i o n e s y d e f e r e n c i a s hijas de s u talento y exquisito t r a t o J U A N KAIITRKZ- D O m X G O G r a n a d a o c t u b r e 1935.