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CiiiKOLO. ¿E r a Hilofernesf P U R G A T O R I O -N o m e suena. G R A N I Z O (P o r decir algo y UÜ liucer JJIUÍ papel. J M i r a á v e r no fuera Pilatos. PUEGATOKIO. -i V a m o s h o m b r e! (Amagándole un revé: T e daba asi... L o que t e n d r á que v e r P i l a t o s con el profeta buzo de r e f e r e n c i a CiiiROLO. (Haciendo memoria. Yo me acuerdo de que tenía u n n o m b r e así como de p a r c h e P U R G A T O R I O ¿N o e r a algo de Jonjana... CniROLO. (Muy contento, casi gritando. ¡Ya! ¡Y a está! ¡J o n a t a! PURGATORIO. ¡Ele! j J o n a t a! PuRG. vrORio. -Pues ahí lo ties. C I I I R O L O -C o n la diferencia de que el o t r o se las diñó con to su p a t r i m o n i o G R N I Z O -Y ¿q u é es eso? C I I I R O L O -A d e r e c h a s n o lo s é p e r o m e figuro que c a r g a r con el p a t r i m o n i o es algo así como d e j a r en m a n g a s de camisa á t o a la familia. Y como entonces el d i n e r o no pesaba porque las m o n e d a s e r a n de suela... (TRANIZO. ¡Recoles! ¿D e suela? ¡L o q u e c o s t a r í a un p a r de botas, t ú! P U R G A T O R I O -Y que lo d i g a s G R A X I Z O -S í q u e es u n apellido q u e se las t r a c ¿Y dices q u e se lo t r a g ó u n p e s c a o? CiiiROLO. -Como lo oyes. GRANIZO. (Estupefacto. V i v o? PURGATORIO. -Y t a n v i v o como q u e lo tuvo doniiciliao en el buche m á s de i m a quincena. GRANIZO. -i Rediez y qué t u f o! ¿Y cómo se las a r r e g l a r í a el h o m b r e i) ara comer, t ú? PUUG. ATORIO. (Con chiinfja. ¡Mia éste... Pesc a r í a con caña. (Ríen. (JRANIZO. (Amoscadísimo. Se uc (le saber quién sus cuenta todas esas m i s c e l á n e a s? CIIIROLO. -Un cura. G R A N I Z O -E s c u c h a ¿y qué hizo el susodicho P r ó digo? C I I I R O L O -P u e s v e n t i l a r el patrimonio, y así que se quedó á dos velas, fué y se metió á g u a r d a r cerdos, lo cual que m e parece u n a p r i m a d a (ÍRANIZO. ¡N a t u r a l I (jRANizo. -Pues a mí q u e ese c u r a es un chuflón nuiy g r a n d e rcdiez y cómo se cuela. PURGATORIO. ¿C r e e s t ú G R A N I Z O ¡P a chasco! PURGATORIO. (En- serio. I. a v e r d a d es ue n o s enseña cosas que parecen m i s m a m e n t e del Alrededor del Mundo. ¡M e c a c h i s! M i a tú que eso de! diluvio u n i v e r s a l tic m i g a s A mí uc no m e digan que el N o é fué un s e r c o r r e z t o eso de d e j a r que fallecier a n las p e r s o n a s por salvar un p u ñ a o de animales, n o está bien. C I I I R O L O -Y los animales que salvó, ¡c o r c h o! I URGATORIO. ¡V a m o s h o m b r e! T i e n e s pero q u e m u c h a razón. l I i a t ú que c o n s e r v a r ciertas alimañ a s al lao de la fan ¡ilia? G R A N I Z O -Y ¿q u é sus están e n s e ñ a n d o estos d í a s? C I I I R O L O -L a fábula del Plijo P r o d i g i o PURGATORIO. -Pródigo, dirás. CIIIROLO. -Da igual C I I I R O L O -H a s t a que u n día principió á r e c o r d a r los garlianzos p a t e r n o s y la c a m a p a t e r n a y a g u i j o n e a o or la imagen del cocido, fué y se plantó en sit casa. G R A N I Z O -Y v a y a un pie de paliza q u e C I I I R O L O ¡Quita, p r i m o! L o recibieron con los brazos abiertos, y lo lavaron, y h a s t a lo f r o t a r o n con a g u a de Colonia, y así que estaba m á s p e r f u m a o q u e u n a cu lctista, fué y se sentó á la mesa y se comió el m e j o r cabrito que había en la casa. G R A N I Z O (A d m i r a d o ¿E s de v e r a s? PuRCiATORio. ¡I alabra I G R A N I Z O (C o n cierta tristeza. ¡E s o es u n adre í C I I I R O L O (R i e n d o P u e que el tuyo hiciera lo mismo. GRANIZO. (Estremeciéndose. líl mío... ¡Meeacliis! E l mío jugaba al dominó con mi d e n t a d u r a (Rkn. PURGATORIO. (A Granizo. U n sucedido que es p r o p i a m e n t e tu caso. ¿N o te escapaste t ú de tu casa ya v a pa dos a ñ o s? G R A N I Z O -N a t u r a l como q u e salía á paliza cotidiana. P URG. ATORio. -Y ¿n o t e llevaste seis d u r o s q u e t e nía g u a r d a o s la aztual consocia de t u señor p a d r e? GRANIZO. -Sipi. PURGATORIO. (A Chirolo. T ú ue s h a t e r m i n a o la iiltima de Aiiolo; aviba. CiiiRor. o. anios allá; siete Heraldos m e ciuedan. ¿V i e n e s Cirani. zo? I, RAN! Z (J. -XO, no n. i. e lia sobrao p a p e l aquí sus. a g u a r d o pa no m o j a r m e (Purgatorio y Chirolo se alejan ejiafoleando por la nieve; Graniso se acurruca hasta hacerse un ovillo é intenta conciliar el siieño. i Q u é suerte de h i j o ¡E l m e j o r c a b r i t o! Y d o r m j r í a aquella noche en su c a m a en su c a m a con m a n t a y todo... ¡Dios i Q u é suerte de hijo! (Tras un prolongado hosici: o. Yo hice menos q u e él, m u c h o m e n o s p e r o rni adrc no fué n u n c a á la escuela. I Ii p a d r e n o sa! c que hubo un i) adre que perdonó á su hijo. (Vncívc á bostcaar y queda dormido mientras la nieve cae. PEDRO M U Ñ 0 Z S E C A DIBUJOS DE HUERTAS CTy