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MUERTOS ILUSTRES BRETÓN DE LOS HERREROS Nació en Quel, aldea riojana elig de Dicie nhre de ijgó. Afurió en Madrid el S de Noviemhre de 1873. B e de OuCLOCADOdpeo rgyrtaódnne sdáprulaaémscáatdbi ceeozha aconrlosrfoai drumtu ocacrdeioos ndeues su tiem be a s rep tación p t a n i n m o r t a l e s c o m o A Madrid me vuelvo. Muérete y verás, y Marcela, ó cuál de los tres, el l e c t o r q u e n o conozca á fondo la v i d a a r t í s t i c a del s e g u n d o t e r cio d e l p a s a d o siglo, p e n s a r á q u e t o d o s fueron l a u r o s p a r a el i n s i g n e d r a m a t u r g o y n a d a m á s í Váíi i Üh. lejos d e la v e r d a d B r e t ó n fué b l a n c o d e la e n v i dia y d e l a s m a l a s p a s i o n e s d e m u c h o s d e s u s m a l l l a m a d o s c o m p a ñ e r o s y a m i g o s los q u e le a m a r g a r o n l a e x i s t e n c i a h a s t a el p u n t o d e q u e él, q u e r e g o c i j a b a con s u festiva m u s a l a p a t r i a escena, se h a b í a c o n v e r t i d o á los c u a r e n t a a ñ o s en u n h o m b r e m e l a n c ó l i c o a m a n t e del r e t i r o y p r o p e n so á la c o n c e n t r a c i ó n d e l espíritu. D e u n a c a r t a qtie t e n e m o s á l a v i s t a y q u e d i r i gió en 1841 al a c t o r I ombía, escrita sólo p a r a g o b i e r n o d e éste, se d e s p r e n d e algo d e lo a n t e r i o r m e n t e expuesto, así como retrata á las actrices y -actores q u e por entonces gozaban de m á s popu y Tf g y laridad en la escena española. Oigamos á Bretón: xÍJZ- t- C J Cyy éí í H a b l e m o s con f r a n q u e z a ¿qué s o n s i n o c a n t i d a d e s n e g a t i v a s Latorre, c u y a a r i s t o c r a c i a a r t í s y 2 s tica, c u y a i m p a s i b i l i d a d q u e r a y a en e g o í s m o y c u y a s h e l a d a s c o r t e s í a s h a n s i d o s i e m p r e la d e s e s p e r a c i ó n d e l a s e m p r e s a s t e a t r a l e s la Bárbara (Lam a d r i d) cu 3 a d e s i d i a p r o v e r b i a l l a t i e n e c a d a d í a m á s d i v o r c i a d a con los e s c r i t o r e s y con el p ú b l i co; y Noren, q u e es la n u l i d a d personificada? ¿Cree u s t e d p o r o t r a p a r t e q u e s e a el d e s c u b r i m i e n t o d e l a s I n d i a s l a p e r e g r i n a i d e a d e c o n t r a t a r d o s c a r a c t e r í s t i c a s á saber- la iiitera Batís, q u e n u n c a s i n t i ó p a r a h a c e r s e n t i r y la Agustina Torres, cuyo r u i n o s o edificio sólo- p u e d e nspirar c o m p a s i ó n p a r a e x c i t a r l a risa? ¿Cree u s t e d q u e l a s d o s j u n t a s v a l g a n p a r a d e s c a l z a r á l a Llórente? Yo v e o en p e r s p e c t i v a u n a f a l a n g e d e n o t a b i l i d a d e s d e lo sublime, y e n ella p o c o s i n t é r p r e t e s a d e c u a d o s p a r a el g é n e r o H U M I L D E y P E D E S T R E q u e y o cultivo... C u a t r o días d e s p u é s d e escrita e s t a c a r t a p o r B r e t ó n t u v o q u e d i r i g i r o t r a á L o m b í a e n la q u e s e l a m e n t a b a d e q u e este a c t o r h u b i e s e d a d o á c o n o c e r á D. F r a n c i s c o S a l a s e m p r e s a r i o del teatro d e l a C r u z a l g u n o s p á r r a f o s d e la c o r r e s p o n d e n c i a m e d i a d a e n t r e a m b o s Y l u e g o a ñ a d í a Sí t r a n s p i r a s e lo q u e h e d i c h o á usted. -por el ú l t i m o correo, a ú n s e r í a m a y o r m i s e n t i m i e n t o p u e s c a n d o r o s a m e n t e y e n el estilo d e s e n f a d a d o y e p i g r a m á t i c o q u e h o m b r e s t a n i n o f e n s i v o s c o m o y o solam e n t e u s a n con s u a a m i g o s p r e d i l e c t o s d e c u y a r e s e r v a e s t á n a s e g u r a d o s h e e x p u e s t o j u i c i o s i n d i v i d u a l e s q u i z á m á s festivos q u e e x a c t o s p e r o p u e s a c a b a m o s d e e x p e r i m e n t a r q u e h a s t a l a s i n s i n u a ciones m á s l i g e r a s s e g l o s a n y se p r o c e s a n n o t e m o j q u e i n c u r r a u s t e d e n la m á s l e v e i n a d v e r t e n c i a s o b r e el p a r t i c u l a r y, al c o n t r a r i o espero q u e sin d a r s e u s t e d p o r e n t e n d i d o con S a l a s n i con n a d i e p r o c u r a r á u s t e d e n ocasión o p o r t u n a d e s v a n e c e r t o d a i d e a d e s f a v o r a b l e q u e ha 5 a p o d i d o c o n c e b i r s e c o n t r a mí... B r e t ó n d e los H e r r e r o s a n t e s d e d e d i c a r s e á l a s l e t r a s s e n t ó p l a z a e n el b a t a l l ó n d e á c a b a l l o d e l a c i u d a d d e Avila, s i r v i e n d o n u e v e a ñ o s d o s d e ellos d e c a m p a ñ a sin h a b e r l l e g a d o m á s q u e á cabo primero. S u p a d r i n o el m a r q u é s d e Molins, refiere e n el libro n e c r o l ó g i c o q u e escribió s o b r e B r e t ó n q u e c o n t a b a é s t e v e i n t i d ó s a ñ o s y p o s e í a g a l l a r d a figura. H u b o d e s e r b i e n q u i s t o c o n la m u j e r d e u n concejal, el q u e a u n q u e es p o s i b l e q u e n o h u b i e s e l e í d o á C a l d e r ó n t e n í a h u m o s de alcalde d e Z a l a m e a y a r r a n q u e s d e A secreto agravio, secreta venganza, y a g u a r d ó p o r sí ó p o r m e d i o d e p r o c u r a d o r e s al g a l á n p o e t a y c e r r a n d o con él, n o á palos, s i n o á n a v a j a z o s y r i ñ e n d o frente á frente con q u i e n n o v o l v í a l a e s p a l d a le p r o p o r c i o n ó tal eclipse- -fra. se d e B r e t ó n -q u e n o p u d i e s e en t o d o el r e s t o d e s u v i d a m i r a r con btienos ojos, en p l u r a l á l a m u j e r d e l prójimo, y le o b l í g a s e á d i s i m u l a r c o n u n a s a n t i p a r r a s d e oro u n a h o r r i b l e cicatriz q u e d e s c e n d í a d e s d e l a sien i z q u i e r d a h a s t a la ceja y d e j a b a i n m ó v i l y c e r r a d o el p á r p a d o A esta d e s g r a c i a a l u d í a B r e t ó n c u a n d o p o c o s m e s e s a n t e s d e s u f a l l e c i m i e n t o e s c r i b i ó en u n álbum: Dejóme el Sumo Podei por gracia particular, lo que había menester; dos ojos para llorar... y uno solo para ver. H i j o h u m i l d e cariñoso, i d ó l a t r a á p u n t o d e q u e l a m u e r t e d e s u a n c i a n a m a d r e d e q u i e n n o s e s e p a r ó n u n c a y á q u i e n m a n t u v o c o n s u p l u m a le h u b i e r a c o s t a d o l a vida, á n o h a b e r l e d e p a r a d o la P r o v i d e n c i a u n á n g e l a m o r o s o y c o n s o l a d o r e n s u esposa, cuya ternura crece- -escribe B r e t ó n- -á medida de mis pesares, dulce y único lazo que ya me apega á este mundo verdaderam. ente reprobo y miserable. S u Único dolor d o m é s t i c o fué el n o t e n e r hijos. EDUARDO DE LUSTONO