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I ital a yn mny lejos y todavía h a s t a mf el t o dcRCíipcrado que repetía la p- inaílcm: n TTaiisciirricron cuatro años y voíví d pn ar por el mismo jiueblo. Hn c u a n t o díví iú desde el Cnniimo. illá en la fatda del monte y entre la frondosidad d e Ins robles, las h a v a s y los casUilos, las casitiis blancas y U torre punliniyuíla de la jcle in. Tt. eíjrí 3 é la escena fjut taTitn me h a b í a impresionado, y fjui. st- visitar d e nnevo aqnclLi plaíín. Sallé del carruaje y pcnetru en ella. Q ié contraste con c recncrdíí q u e no se había boiradn de mi níemoria! KiJ el raeícado tfulo í ra aniíuaeión y bül icif T, fiR t r a i t s alcírres do los aldeanos, l o s p r f g o n c s d e Uis vendedoras, el niuruiullo u t n b a d o r d t l cntio, los L itoü de los njncbaLhos, el ir v venir incesanteUe lo- íconipTadorcSn formaban tin cuadro vistoso y aniniadísinjo. l or in ilinlo, MU i jue la voluntad me impulsara, díri; mis pasos h a d a el puesto de la panadera, á qUÍeu reconocí d e lejos. Itajo el pañuelo njjo y blanco que cubrJa su cabe i jallarda. asomaban ür. iy caprichosos que caiaTt sobre la fn. nte. Vestía prendan! ile colores m u y vivos, y con la majesUd de u n a reina eu su t n m o estaba mentada delante del ancho tabli u cubierto de rubios pane grandes coun r u e d a s de molino. J u n t o á cllan en el mismo banco, y cubierto por uu mant. m, había algo que sin d u d a U interesaba mucho, porqne A cada momento lo miraba con sinícul. ir fíjciía. C n a u d o parí- delante del puesto, la p a n a d e r a me miró como soqireudida, con aquellos ojazos celeslefí que y o solo había visto cuaj a d o s d e l: í; ínUJ 3 S y q u e a h o r a chispeaban COTÍ la luz esplendorosa d e la. ali? írEa. Quiere un pan, señor? -me p r e g u n t ó como dudnsa do qu r tin caballero buscase t a n baja mercancía. -Xo, hijit, uo. -la contesté, -Srdo he querido verle, veri íktra vez. N o l e a c u e r d a s d e m E? Vo So. seííor. loy el UK- iiico q u e te a u Í li i aquí mismo el día que r t c í I usté la noticia ¡le la mu crie d e tu novio, d e X u a n i n -jAh, sil- -exclamó con u n a c e n t o d e indiferL- nria q u e m e dejó frío. -Perdíínumc el icüor; como c n t o n i t s apenas le vi, no m e acordaba... V d e XiianÍTi. le acnerdas? -la prejíunlé con brusquedad y así, á quemarropa. Al oír mi prcKT inta soltü Irt p a n a d e r a u n a carcajada frniuca y ruidosa q u e me hÍ 7o daño- l or q u é me re uuta eso? Va xne casé, y no teu -o p a r a pic pensar en aquel TM ¿JH, q u e estará en el cí lo. ¡Te h a s cnsado! -Sí. seiior, Üué tiene eso de particular? Hn e s t o rebullo al jo bajo aquel mantí íT que ella miraba cou tanto interés, y sin hacerm e caso, cotilo si YO n o estuviese allí, sacó un niño en manliUas, q u e se disperczaba eMÍr a n d o s u s bracitos robustos, desabrochó c el corpiñ y sin recatarse, con vse castíf lujpn dor de la uiíidre, tnu respetable y tan hermoso, iplio á mi bhiuquisimo teiiü los labios de la criatura, rojos como ccrei- as, T i e n e s ya un hjjol- -exclama, -N o s e ñ o r tenj- o d o s Kl o t r o ebtá et n s u t ur i. Va h a tres a ñ o s q u e m e caíé. ¡Tres a ñ o s l- -p e n s é p a r a m í -r P u c o d u r a d e r o fvié a q u e l d o l o r t a n g r a n d e! -V a y a- -d i j e -a d i ó s y q u e s e a s mviv ilfchosa c o n t u m a n d o y c o n t u s h i j o s -C i a d a s svüor. -A h o n i u o d i r á s c o m o n q u c l d í a ¡Qi- ié b a o y o e n e s t e m u n d o? ¡Q u i e r o m o n r q u i e r o m o n r N- Qué hf d e d e c i r e s o? -e x c l a m ó con en ju. ÍV Í d e m i a l m a! -a ñ a d i ó b a j a n d o la c a b e r a p a r a t í e s a r la del c h u m i l l o -i q u i e r i j v i v i r q u i e r o vivírl urnuJciR PH Al üifR