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l. A KCIlAnORA W. CARTA? ¿o b s e r v a r I n realidad Ul e n m o en y m: jy amigan de aa co a pegn rn p r e v h t H? itetünutraHaí, creeráü t o i U v U qne el otl Q, ÍTiiliiPitriH 1 uii nifltcrio de IBA e; bftdorflfí dp curtas se pnruenlra en horríblo d e c a d o n r i a Q eBlQP tiotUpOS de HOálÍBJS y dft crítica. Nada m á s e r r ó n e o p o r fortuna. Ar n Ee q u e d a n á hn inanidad, encarcoladn ent r e latí flltap y pesadas pared H de la v e r d a d científica y prjgiti va, u n a s coanlaa ventanitBS para asom a r e e ¿ver el cielo p nl de la? iluHLonee bala LjeQaa. Aún n o s qnedtL la h i e n h e c h o r a inutitucii n da la lotería, do la cual nrtlo maldicen los biirgne 8 ea v p n t r u d o p fliín nos queda la e s p e r a n z a eo el porvenir ob curo, cuyos a r c a u o n d e s c u b r e n laa cnrtay, Y un ne crea que erita venerable snperBtíción de la cartoinaocia ea propia tan fijólo d e lea p a í s t s en qne la c i t a n e r í s Idja del aol, v i v e y e prnpajra r. omo en un terreno propio- jQiiA! Loan n tede? Jos a o n n c i e a d e loH periódicos e x t r a n j e r o s y veriin como en todafl p a r t e s b y quien e c b a las c a r t a s con meoon salero que Lax líiunillaa ceceoBse, pexo t a m b i é n con m á s pinfiílefl res u l t a d o s pecuniarioíi. E Q Tarlfli en Berilo, en Vieiia, y no s e di a en Rusia, iarj ecbadoras de c a r t a s suelen ser luian aeGoraa viejas, con a n t i p a r r a s y con runcho a p a r a t o d e escBoograffalrtgnbre y m a c a b r a en us, establei iniÍBQtO No falLan t a m p o r o parliL- ularmente en I n g l a t e r r a c a r t o m á u i i t o s que lonian m n y p o r lo eerin sn ciencia y ao anuni- ian con la iiifluia a u t o r i d a d que médicos y drnjanofl, y b a s t a iaraiiliaiin en libras sicrlunj la legitimidad; qneremoíf dívcir, la iiutenticidnd de BUH pronósticos, Aqni uo; can la t e n d e n c i a qun t e n e m o s l o s e e p a ü o l e s á no bacer n a d a bajo l e c b a d o la itanilla cha las cartas ai a i r e libre y a p e n a s t i nsa de tombinauíories mágicas n i de t e r m i n a c b o s cabalíflticíjs. E s a cjue noa e s t a m i r a n d o le e n s t ñ í i A usted, querido lector. la curia lU l ja ainorta. el don de copa y se tí p o r q u e c u a n d o e s t á t t e d m á s emboífado jf- usniiHo en la aeílora de sus ptUflamientos, y a va á anear el a s de bastos, que con toda se iiridad jüdica iwa caidapdiifrusa, a d a p t a b l e al t a t a d o de a l m a de n s t e d adivinado ya por la gitana, p o r q u e en eí e punto lo que llan no prosaffien no lo vaticinuría ni la propia m a d a m a LeQormandi s e g ú n el gttsto que utíled haga y a d e d u c e la uilanilla si la calda peíÍ; Írosa va Aser para usted el matrimonio 0 el pie de paliza que t a n t o s e n a m o r a d o s van ¿b u s c a r i m p e r t e fritos. ¡Qné estupideal p e n c a r á n esos Beñores para quienes la vida ea un viaje en ferrocartií, con t o d a s sus paradas y HDfl a a l i d a s á laa h o r a s m a r c a d a s e n la Gula. P e r o a m a b l e s sefioros, ¿acaso no hay d e s t r r i l a m i e n t o s? P a e a ai el viaje del vivir e tá lleno do ellos y do i boqnes y de p a r a d a e i m p r e v i s t a s no nos riamos de la e c h a d o r a de cartas y di -amos con Wallenateínjel béroo de SchJUer; H a y t r a n c o s y ocasiones en que ea praciao dirigir u n a p r e g u n t a al acaso, DiHUJO c i aÁTii aif tDiA