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Gobierno militar gruesas pilas de bom bas q ue sirven de almohadas p a r a l a siesta del pueblo: gaditanos estoicos, nietos sin duda de aq uellos otros q u e acogían con burlas y chirigotas las b o m b a s l a n z a d a s p o r los franceses. U n sello m a r c a d a m e n t e guerrero y militar i m p e r a en Cidiz: las casas parecen dispuestas en orden de parada; las calles, limpias é i n m a c u l a d a s como si fueran á p a s a r revista de vestuario; los ediALMOHADAS OALIEJEBAS ficios, blancos y b i e n plantados, simulan viejos hacheros con sus albos mandiles en dia de g r a n formación; hasta los cilindricos mingitorios, con u n a bola encima, parecen inútiles cañones clavados en el suelo por l a boca. Todo este espectáculo g u e r r e r o b a s t a á explicar l a alegra- j expansión á, que se e n t r e g a el alma del visitante cuando sa liendo p o r P u e r t a de T i e r r a nos e n c o n t r a m o s á boca de j a r r o s con u n campo magnifico, rozagante, animado por infinidad de- merenderos, pasóos públicos, casas de campo, y los barrios ext r a m u r o s de San Severiano y San J o s é Y a aquéllo n o es Cádiz acorralada p o r los m a r e s sino Cádiz mirando al corazón de Espi, ña, desbordando por su ú n i c o camin o de t i e r r a todos sus p r i m o r e s naturales y enviando sus ñ o r e s á l a pen í n s u l a como q u i e n m a n d a besos con la p u n t a de los dedos. El paseo, l a c a r r e t e r a l a linea del ferrocarril, t o d o sigue l a m i s m a dir e c c i ó n t i e r r a a d e n t r o por el (s t r e cho istmo. Asi es que cuando yo, distraído y m a q u i n a l m e n t e p r e g u n t é que á dónde i b a l a línea férrea, me contestó el cochero a g i t a n d o la m a n o hacia adelante: -A too, zeñorito, á t o o T seguimos r e c o r r i e n d o el animado verjel á t r o t e del j a m e l g o que mil veces h a b r í a conducido p o r aquellos lugares t e r c e t o s de juerguistas ó parejas de e n a m o r a d o s Sucedíanse sin i n t e r r u p c i ó n á uno y á otro lado del c a m i n o las q u i n t a s de recreo con sus t a p i a l e s y verjas lindísimas, sobre las cuales asoman pititadas de rojo las ruedas metálicas de i n n ú m e r o s molinillos de v i e n t o ¿Son j u g u e t e s quizás? p r e g u n t é al cochero. -No, zeñó, dijo éste volviendo l a cabeza; toas zacan agua. E n efecto; Cádiz, rodeada de agua, padece sin embargo el suplicio de T á n t a l o Y entregado á mi cicerone, que por esta vez era, como se ve, plaza m o n t a d a proseguimos n u e s t r a conversación á estilo peripatético, u n i e n d o UN DETALLE DE LA B 4 HIA el paseo á la enseñanza. A m i izquierda, en inmenso recodo de l a costa, veía á San F e r n a n d o á P u e r t o Real, al P u e r t o de S a n t a María; q u e d a b a n abajo los astilleros gaditanos, y el nuevo crucero, negro y desmantelado, parecía u n a c u c a r a c h a sobre el mar. El cementerio d 5 Ingleses, la c ú p u l a azul de San José, v e n t o r r i l l o s y más v e n t o r r i l l o s c o n t o r n e a b a n l a carretera Y yo, que n o t e n í a tiempo de v e r el Observatorio, n i el P a n t e ó n de Maricios, n i l a s hermosas ciudades de l a b a h i a n i los soberbies artilleros de Cádiz, t r a t é de p o n e r m e al cor r i u n t e de t o d o merced á m i diálogo con el cochero. ¡Yano i n t e n t o! De m i paseo e n coche n o quedó en m i oído más que el duro ceceo de u n a p a l a b r e r í a g á r r u l a é incoherente A l fin y a l cabo, ¡conversaciones de P u e r t a de Tierra! Lüi 8 ROYO VILLANOVA EN PUEKTA DE T I E R R A- ¿Estamos seguros? (Dibujos de Martínez Abades, Mecachis y Arija. Fotografías (te D. Diego González Lozano ij Sr. BoBafull.