Patrocinado Por:

Volver

Resultados de la búsqueda

Resultados para
Á OCHO DÍAS VISTA Lasfiestasde Kiel. -Paz... armada. -Mercailo y Marte. -Fiesta aguada. -Coplas alusivas. Juergaflamenca. -Repartode papeles. -Un peligro. -Cuestiones de etiqueta. Infantil. -Sigamos con el extranjero. TJoa entrevista ¡rastrada. -iCómo camiean los tiempos! Las fiestas de Kiel, p s r mí soúadas como hermoso nspeotáeulo de fraternidad europea a n t e u n a n u e v a vía comercial t a n i m p o r t a n t e y ú t i l p a r a todo el c o n t i n e n t e como el flamante c a n a l q u e a r r a n e a de la desembocadura del Elba, nos- van resultando n n t a n t o e ó m i c s y bufas por la m u t u a escama do las naciones, sioü pre temerosas de que cualcLuier peiiuefio incidente haga estallar la europea conflagración. Dado el tin s e c u n d a r i a m e n t e militar, pero a n t e todo comercial y paclüco del c a n a l del Báltico, parecía lo n a t u r a l que la deidad que presidiera la fiesta fuese el i n e r m e Mercurio, c in su inofensivo caduceo, sus alados esoarpinas y su t a m b i é n alado sombrerete. P e r o n a d a de esto; en el puerto do H a m b u r g o como en la fortaleza de Kiel, sobre los grandes puentes como en las magnificas esclusas del nuevo canal, quien priva, m a n d a bullo y se agita es el propio Marte, armado de Miren por dónde la fiesta de la i n a u g u r a c i ó n podía haber consistido en u n a i a e r g a flamenca, t a n t o más o p o r t u n a c u a n t o que flamencos son los meiores canales, lanza, casco y escudo, cubierto de hierro desde l a flot a n t e cimera á la p u n t a del pie. F r a n c i a acude á l a i n v i t a c i ó n de su enemiga, pese al patrioterismo parisién; mas lo hace t a n á disgusto y á r e g a ñ a d i e n t e s que milagro será si n o e s t r o p e a la fiesta; y n o digo si n o l a agua p o r q u e fiesta a g u a d a y a lo es por esencia, presencia y p o t e n c i a de primer orden. Bien h a r í a el e m p e r a d o r m a n d a n d o g r a b a r baio el pomposo letrero que ha puesto en el faro que domina el canal, esta copla expresiva y de c i r c u n s t a n c i a s A n t i g u a m e n t e e r a n dulces las aguas de este canal; la F r a n c i a lloró sobre ellas, y empezaron á amargar. O si le ooga de peor h u m o r la a c t i t u d displicente y seria de n u e s t r a vecina, puede escribir t a m b i é n sobre ent r a m b a s puertas de las esclusas: A l a e n t r a d a de m i pueblo h a y u n almendro florido con u n letrero q ue dice: ¡Molerse y n o haber venido! flamencas las mejores obras hidráulicas; y si no, véase la h i s t o r i a y l a geografía de los Países Bajos. E s p a ñ a sería la c a n t a o r a como es n a t u r a l A l g u n a vez h a b í a m o s de j u g a r el principal papel en el concierto europeo. Alemania, por amistad y por g a l a n t e r í a de anfitrión, j a l e a r l a el c a n t o con vivas, p a l m a s y ¡Sohenloes! sin perjuicio de m a n e j a r la p a n d e r e t a y a que el p a n d e r o está en sus manos por a h o r a F r a n c i a ¡es claro! daría pataitas, y al final saldría por p a n a d e r o s en recuerdo de Boulanger. I n g l a t e r r a golpearía l a s c a s t a ñ u e l a s (diminutivo de castañas) E u s i a llevaría el c o m p á s con el pie, y las demás potencias b a i l a r í a n al son que las tocasen. V e n d r í a n las c a ñ a s a c t o seguido; ¡mas a y si las c a ñ a s se t o r n a b a n lanzas! T a l es el peligro que veo l a t e n t e estos días en a g u a s de Kiel. H u b i e r a n enviado l a s naciones sus grandes t r a s a t l á n ticos, sus mejores n a v e s m e r c a n t e s y n a d a ocurriría. E l comercio europeo t o m a b a posesión del nuevo camino, d a b a gracias al constructor, y se r e t i r a b a modestamente p o r la esclusa, P e r o desde el m o m e n t o en que c a d a país envía su cor r e s p o n d i e n t e b a r c o de g u e r r a ¿ño es fácil que e n el corto espacio del c a n a l choquen los espolones, se golpeen l a s corazas y den u n o s c o n t r a otros los cañones, las cofas y los portatorpedos?