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F Ü N E B RE HOJAEASCA Y E I P I O T n 1. T T í L a úlfama vez que h a b l é con mi q u e n d o Zornlla, después d e tres anos d e ausencia, fué el d í a 12 d e Moviemb r e d e 1892. Charlamos- parias horas j l j flo ai nacer, s e g u i d a s y luego m e leyó, d e l modo Al soplo del aura leve: a d m i r a b l e q u e él sabía hacerlo, T a n a s Todo pasa, todo es breve, d e sus composiciones inéditas. Muere el dolor y el placer; -E s c u c h a- m e d i j o- p a r t e de l a Todo marcha á perecer descripcién q u e h a g o d e u n palacio m ü e Burgos: Del tiempo demoledor Y donde- muere una flor. Bien pudo en su frontispicio lí ¿bnca. un ave sn nido... G- uardar el noble aparato NaTM T? D OS conducida, De sus laertes torreones El gamo, al plagar sus velas, Con su almeDaje y ornato? e a imborrables estelas De cifras y de blasones, B f da. T el original boato La YÜ matarte vencida Da sus gigantes balcones Tras un combate irnsono. De dorado barandaje, Del túmulo mortuorio Donde izaron sus pendones Vuelve la vida á surgir; De los reyes al pasaje í f J e no puede raorir Los espléndidos Barones El gran autor del TÍKORIO. De aquel Ínclito linaje. FEANCISOO FLOKKS G- AECIA. -I M i r a tú- -prosiguió Zorrilla ríen- do á c a r c a j a d a ¿i r a t ú q u e h a y N A FEASE DE ZORRILLA. acjui HOJABASCA y RIPIO! Pero q u é diabloI... íquién p u e d e t i r a r l a p r i A n c i a n o y p o b r e y herido m e r a p i e d r a sobre ripios y hojarasca? De la suerte al golpe r u d o Sin desacordar l a l i r a Á m í m e agradó tanto la H O J A C O U los temblores d e l p u l s o EASOA, q u e le pedí u n a copia d e ella. C a n t a n d o sa a l m a d e n i ñ o Y d i c h a c o p i a colocada en lujoso E n aquel cuerpo caduco m a r c o es l a q u e hoy conserva en lu- L a s sonrisas d e la c u n a g a r p r e f e r e n t e d e su casa ¡Sin t e m o r e s d e l sepulcro, Vio el t r o v a d o r que á él llegaba, E L D O C T O R De SU gloria á los conjuros, Medina Sidonia y 25 do enero de 1893 años. L a dulce piedad vestida Con nobiliarios escudos, De l a beldad española! LA P U E R T A D E L P A R N A S O ft f o P o s Cubriendo l a ofrenda d e oro Con los laureles d e l triunfo. Por más que ser curioso siempre es feo, Delicada fué la ofrenda El otro dia me acerqué al Paruaso, Tomóla el v a t e convulso, Gomo es de suponer, no en el Pegaso, -D. A i IÍ Sino en los didces brazos de Morfco. f t ó a flor c e su lira, Busco por todas partes, mas no veo 1 bien nacido t r i b u t o m i Lope, ni á Alarcón, ni a Garoilaso, Y a l alejarse l a d a m a Ni siquiera me topo por acaso Que el oro e n sus m a n o s puso, uon genio alguno de esos que no leo. Dicen q u e dijo el p o e t a faólo vi alli unos hombres trabajando j l ¿j j j Y en la lengua que bablamos en a itilla vr f, A! f 1 5. Me llegué basta uno de ellos preguntando: 5 T trase- ¿Que pasa aqui? De sarcástico ó d e chusco, -La cosa es muy sencilla- -Si h u m o r a d a d e l ingenio Me contestó. -que estamos ensanchando O l a m e n t o d e l orgullo. UL puerta, porque hoy entra aquí Zorrilla. Pgro r e y q u e t a l corona La literatura española está de luto, porque T, TM, la D e j a d o su E D Ub lR Dal cB UtSoT I L L O pue A o O ul con Zorrilla se lia extinguido elCHAVES, ÁNGEL R genio de- OJ- I B i e n p a g a á I d a m a s nobles las J poesía nacional. Que le h o n r ah a n m p oel amo n do r i r ro i en rt d u m o. Al rendir BLANCO Y NEGEO nn tributo á ¿Qué le su memoria, lo hace con el propóiñto de añaSi a h o r a m a y o r gloría adquiere? dir una hoja más á la corona que Espafia enSiempre c u a n d o el genio m u e r e tera deposita sobre la tumba del inmortal E s c u a n d o empieza á vivir. poeta. TOIIOOATO LtJCA DE TEK D e c l a r o q u e no sé d e m e m p r i a m á s qne el Padre nuestro y Don Juan Tenorio. Á K O E L MuEO. ¿Que h a perdido el pueblo ibero E l? Wí i.o t r o v a d o r? No, señor; yo considero Que es u n grandísimo error L l a m a r liltimo 1 primero. Célebre autor y sin igual poeta. Logra en vida el laurel de la victoria, Y al sucumbir al peso de la gloria. Cincuenta duros deja en su gaveta. ¡Hasta en rara fortuna fué el primero El de Granada trovador fecundo, Pues no ha habido poeta en este mundo Que dejara al morir tanto ainerol JofÉ JACKSOS VETAS. Astro- de luz, brillabas en el mundo Con pura intensidad; Te alejas para siempre, y, sin embargo ¡Hoy brillas más! EDUARDO SÁNCHEZ DE CASTILLA, ¿Queréis un templo, un palacio Digno del vate español? ¡Dadle or tumba, el espacio, Por fúnebre antorcha, el Sol! NAVAKEO GOSZALVO. LA ÚLTIMA FIEMA DE ZORRILLA M e h a cabido l a t r i s t e s u e r t e de r e c o g e r l a l a historia es m u y sencilla. Comisionado por el Director d e ISIJAMCO Y N E (Í R Ü p a r a p r o c u r a r las uDeolaraciones íntimas d e nuestros hombres m á s i m p o r t a n t e s y ansiandot e n e r l a s de c a n t o r d e Grianada, envié á su casa el f o r m u l a r i o l l e g a n d o e n ocasión en q u e el p o b r e v a t e se hal l a b a acometiao por s u p r i m e r a t a q u e d e disnea. Mejorado u n t a n t o apresuróse ei. g r a n p o e t a á complacerme, y el 15 d e l pasaao m e envío por correo sus declaraciones, p e i o sin n r m a Corrí a n n e l a n t e al domicilio del lit e r a t o y entonces m e e n t e r é d e l a h o r r i b l e realidad. Recibido por l a dist i n g u i d a h e r m a n a políiica u e l inolvid a b l e D J o s é D. J u l i a Pacheco d e Arimón, y por la señorita V. Candida d e l a Peña, t a m b i é n de la familia, ex. piiselas m i apuro. E n a q u e l l a sazón se oía toser t e r r i b l e m e n t e en l a alcoba E s t a b a ahogándose Zorrri 11 a A n t e lo excepcional d e l caso, l a d u l c e señorita d e l a Peña t o m ó u n a pluma mojada en t i n t a penetró en el dormitorio, y el c o m p l a c i e n t e a n ciano puso a l pie de las ü e c í a r a c i o nes su t e m b l o n a lirma d e enfermo. Sean estos renglones m i homenaje á Zorrilla E l m u e r t o era m u y g r a n d e y yo m e veo m u y pequeño p a r a dedicarle o t r a cosa d i g n a d e él... ALFOSSO PÉREZ NIEVA. R A F A E L G. Y SANTISTBBAF.