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2 t) 4 BLANCO Y NEGRO Pues por suavísima que sea, no p u e d e ser c o n s o n a n t e d e Niza. Pero vayase porque largo j tejado son a s o n a n t e s y n o d e b í a n serlo. A m á s d e q u e casi no se puede creer q u e n i n g u n a golondrina vaya á invernar á Niza Mejor i n v e r n a r í a n en n u e s t r a Málaga, q u e es m u c h o m á s t e m p l a d a que Niza. ¿O cree el Sr. P u g a que las golondrinas son aficionadas á la r u l e t a y á otros vicios q u e c o n s t i t u y e n el a t r a c t i v o d e Kiza como estación de invierno? O t r a estrofa y otra g o l o n d r i n a A la riente Atenas Yo voy munnuca acuella. i (O t r a vez los asonantitos. Cuan bello es de sa cielo Kl diáfano colorí ¡Qaé dulce es aquel climal ¡Qaé bien se vive en ella, 15 n la clinw? Verdad es que h a b í a que concertar con L a siguiente g o l o n d r i n a dice: Yo habito allá en Esmirna; Mi nido está colgado En el rincón obscuro Uel techo de un café aquella. Qué nuevo es esto del rápido Aquilón! eh? Se van las libélulas N u e s t r o Diccionario las l l a m a libélulas; pero por u n a c e n t o m á s ó rúeaos Adelante. S van las libélulas, Se van las mariposa B u e n o que se v a y a n si el p o e t a se e m p e ñ a pero ¡qué se h a n de irl Se van las libélulas, Re van ias mariposas, Y triste en la enrámala Se ca la el ruiseñor. ¡Se calla, eh? P u e s no señor, no se calla: se va. É s t e es el que se va. Vea usted lo que son las cosas dichas al revés. Al acercarse el i n v i e r n o en los climas fríos, el ruiseñor, q u e usted d i c e que se calla, emigra, se v a á otro c l i m a m á s t e m p l a d o y las mariposas, que usted dice q u e ne van, mi e m i g r a n se m u e r e n O t r a octavilla: Y dejando sus nidos. ¡Huyl ¡Qué verso! Gomo q u e no lo es. P a r a que lo fuera, h a b r í a que a c e n t u a r l e y p r o n u n c i a r le asi: Y déjan- do sus nidos P o r q u e h a de saber el Sr. F u g a j A c a l que p a r a hacer u n verso heptasílabo no b a s t a j u n t a r siete sílabas sino q u e es preciso c o m b i n a r l a s d e modo que r e s u l t e n a c e n t u a d a s la s e g u n d a y la sexta. Por eso no es verso el p r i m e r o d e l a s e g u n d a octavilla, p o r q u e t i e n e el a c e n t o en l a t e r c e r a eñ l u g a r de t e n e r l e en l a segunda. Vamos a n d a n d o Y dejando sus nidos Allá sobre el alero, Las pardas golondrinas Se empiezan á reunir... N i este verso es heptasilabo, sino octosílabo (p o r q u e reunir t i e n e tres silabas) n i las golondrinas son pardas, ni suelen a n i d a r soire el alero, sino debajo. De modo q u e esto no p u e d e estar peor. Ahora las golondrinas reunidas, ó rumdas, como qaiere el Rr. P u g a c o m i e n z a n á decirse u n a s á otras d ó n d e v a n á pasar el i n v i e r n o L a p r i m e r a dice asi p r o s a i c a m e n t e y en confianza: Mi viaje no es muy largo: En Ja risueña iza. Un nido en nn triado Ke ofrece su quietud. El prado siempre verde, Snavisima la brisa Bueno. E s t o n o es m u y poético, q u e digamos. Pero ¿está seguro el Sr. P u g a d e que las golondrinas t e n g a n nidos a l l á d o n d e v a n á p a s a r el invierno? Porque g e n e r a l m e n t e las aves no c o n s t r u y e n nido sino p a r a procrear. Y procreando las golondrinas en l a m a n s i ó n d e verano, m e parece á m í que en la d e i n v i e r n o no deben d e hacer n i dos. Vamos, que no h a y t a l nido en l í s m i r n a Ni en Tebas, d o n d e dice o t r a que le tiene, en otro verso m a l a c e n t u a d o es decir: En la tumba que gTiarda La momia de Ramsés. Luego, y a se alborota l a conversación, y todas las golond r i n a s h a b l a n á u n t i e m p o a u n q u e eso sí, todas prosaicam e n t e ó en verso d e esta l a y a -Yo voy hacia Palermo. -iQué bien se vive en Eodas, De un viejo rey de piedra Debajo el pedestal! -Yo á Chipre. -Yo á Calcuta. -I Adiós! murmuran todas, E) próximo verano Aquí nos hallará. Bueno. Pues t a m b i é n el Sr. P u g a nos h a l l a r á a q u í en el próximo n ú m e r o O en el otro d e m á s allá. ASTONIO PE V A L B U E N A CUENTO B A T U R R O por Gascón. Un baturro ea la fonda se empeña en trinchar los mondadiíntes. Qaé bruto eresl- le dice su compa ero. -Eso no se come: eso se ohupal