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Desdicha Y ventura de nuestro v teatro en el año de gracia de 1942 Elvira N t f r l r n PorflrlA ArnuTidv CMWV T Jifté tn 11 fivcDi dtJ Jtrdln (I W i r U S t n i r d FrAuea, Cid o t a A c o m t d l i- L A hccMi del (Itmpo eo l- l t a l r o M t r t A C d c r r e a- Folfl Muño. A L eznT m. ana pa? lrlineria t e s o Eeairal c I p me enai ntto. al tffual que en aurprioicu oponüniíl ides. c o n e pjc forzado i k hacer ü m s livianas e ciuia con r i i i u l df ijlcocio a t o l o i ji 3o que sobre lo c enjrio: de loj teat r o s rttTjf oIrs e nos muriiS entre l ü n ú nos, ponjiií a poco lc n a t f r c n o í i b i yn A pobrera d e su t o n s c x l u r a i n b i j c a y un tloz io. r c í o r d l c i á n o recuento d r tanla obra b e l ü que d e c s p a U i í a. I O Í cikn 3 r, 4 n u i Q TJcoih pervive pcrvÍTÍrí por la f u t r í a de íU ppnsamiciüo criminarlo y por U ni v e d i d y bcllejA de í u iorTni r n In nienlc d e íodcs, Un taccDK del primer meló de M t í l S l u í r d o- i n I P Uclo R e i l tfe W e i l m l u m r A l h a c e r este resumen d f l a eniporldaí r a m a s a riudir de prjpósifo la reladúir cicüctA y fría- -faTJ cia íien prp- -dc í o d i aqLirlLLa i rLX uceiones t e a i t i J e i que por í i tuériC r e l i t i v o j por iii d í p n i d i d J i l e f í r i i o d r a m i l i c a puíslen p- i r con dtri diD projfio al acervo d e ínii concepíionpi escénicas d e buen l u i i i r E n m n e r a r l a s siquiera, n o i llevaría a ocupar un eiparií de cnn idfr- E liles p r o p p r c i o n e í l o f flecesidadcs de o oí Acrvícíoi itnforuuljrofi d e m i s mont, Ir cmbflrEar. Redúzcate, puei, cíla Inííii a u n l i e bokLjUeJD d e la flituación a c t u j d e nireairA ter ur; i cicdnica, d u d i e r d o n a LÓIO el Q den cronolApico en relatividad de m í r t i o í ina lambién e! cnuacíado d t ncjuelCa obras 4 jue ohiuvicTOn franca y ¡K síLiva a c e p u c i n p o r e i e púhlíco que, e x e n l o de prejuicio tala busca e eiparcimienLOn U diver iún íin complicacionei d e indniE Enteleclual. E s e pi blico n i e llora, í í g i l n la i m p r e i i i n linií- lisU gue direclamcnte e ofrece el a m o r d e s de el eícenario. Eifas o b r a j uelcn i f r Tas de c x i i o m a l voluminoiO, -las uc alcanzan n u y o r uviuiero ¿c fcpfísenjacíonei. S l e c r c t n e r i b a en q u e son l e a t r a l n e n (lue ciiüi; c rlia con atiibos de popularidad V, ylé a o no, h a y que rendif- e a la evíde neta Jej pTOju íilo, i C o m o t n f f breve c i i c n t a r i o no l e t r a t a d e hacer el juicio critico lf lo UÍ ya f u i j u i g a d o eü el Jn lanTí ríe oírecfr? e B 1 e r i l e r i o púKici nada, hemos de AiUdit ahor a p o r nuestra c u e n a en ese seniído, No u b e íin embanco, r c p i s i r a r can atb o r o j o la diciciñcactón que el Teatro ba alc a n i a d o e n r ti -úllimoí tiempo M á conc r e l a n j e n l e o c 3 iw f níici. -Jcs d d nuevo E s t a d o r p r p x ü p a r o n de pitdar, cím celo plausible, todo aquello que en el t c H n- -espíinenie de las cosiunibrp- y cultura de un p jcblqj- -ijodla servir de levadura de fáciJ c o n c e i ü n al n u l p j í t o Lüs o b r a s q u r Inueron el KÍO de t i t a condición fueron retiradas d d caneL v lueen, después de un a n i í j i í i 40, ile u n a ñn CAliución pau rida. depurado u iLÍn y loi concepto chabacana que en ella- figuraban, se dieron otra v c i al aire de la c í l l e Umpiamemc, para que d pübtieo íAv itiA a re ociiar c con escena. y i uac (fine- ríe buena ley que el a u i a r en su ofuscación i n q u i n a anialKami cun lo eícat ilóí i c o e n p o h f U i n concepio d e lo que rlebe de i e r d buen i c i t r o P e r o panifinios alencii- n al aspecto más tnLeresanle d d 3 0 teütral de ifMJ, en el concepto artifClco. Pr ¡ir- cro, ÉI p ú U k a l U niot ¿faíervarí- j sii apciendiaí n a i u infere por cncojiirar un arte e d é n i c o renovado. -11 pa- iión, evi inquieluJ q u e eí síntoma de buen p u t i u y rjue en ocasione hjf aido recouipens iiEa con l a r e c a La recompensí f u i hallada en esot das l e a l m a el -pañol -d M a r í a Guerrero, que lieoen conio asributoi a dijcnidad a r ti iiUt e e bucear conílaote en la meior cantera d e nue lroji dáK oit y p o r ende, en el meior les- lro de Io autoics m 6I TTW M 4 dd mtmdu. i C u i n U s cJiraA sr han ft ho r e m e n r i a t e n el a ñ o tjue trrtTiinó a j í f? Comn ca o aJn (u ü í ícci- rdaii alRunij. x título i Uc aleanx a m p cpnicnare k fcpre enlAcicnea, iiivi iijdrí fenómrpo jue í a r i vei ÍC da en el (ratro. T n d o! n que líeiw de ínleresante y tell d panorama WiUral ha dado fe de viria i loí Etfenarios de a m b i h í e a t r o i Sus regLdofej lueden e tar a t i i f t d i o como lo tilardn e s u r a n n t e e s espectadores t u y a jien tbitidad raya por iMicima del nivd nu dio de la rutina. S e m inútil, por lo p i e c a r í o líd e picio, nierKionar titulo de obra porque Us de buena vitola eicán en d recuerdo de todo v l3 j de maj e n g e n d r o a. se encac í el público de recuJ- aTlan. De lo único que l queremo? d e j a r c o n s lancta en e ta linean e tS- íi apafionamici L y por lo tanto d d (rran interí que d leal í o ofrece en eslo inflinle U n o j? r d i vierten con lo sencillo; oiroj (luierin p r f u n d i i a r e n aquello q u e le anuncian tr profundo. La fínica realirfail e que en cualquiera de íixt facetas, el afto teatral que h a muerto fue ij rrtsi i c, y d vf jiltrií prcpíirfl lU: rflanei con preren iones tan vUidiíP, ton i ¡cnailD, s que aun en nucvTra duda no bace coiKcVr la e perania niñ h: laKue? ia Mif. L ín. KOI EN Aí