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rt. w Arfe y artisfas en 1942 E J L vi U ntc hbJíituil d e n u c í l r n E N P jTci wa flr a r t e amifíl. v oíra p r r n reh cn íbilw aJ que acu- lcn a los naJ rn en hn- R úr nilmirar ohra. de pinjijra y PíCiílfUnv d e positivo -dot y b e l W a ílfffar rtJr í í h a y (r p i a r íic T r t s p i í i r i i r cusntí aihfp Bfíe sieríin. Í C encuentran tn la íiu; -ur diñciTltaiL Al ccrrflr l ü i o j o s p a r er fl ¿c o i v í c u í r l n íkafila a n t e su roeninria u n a ptucejión un v e r l i j i n o í í i ile c u i d r u v CKullura: U n ¡inpr K y htteníjréi em. ue wi ptJcdeii MJítfacrse (e cicrru p i n i c o r poder vo -cr i v e r o í r o i íj Í K U I I j u í e ion de nEirBfi q i al Hnil I n i k j e n Í K i m p r e i rí uprdi Sumir ric I -iHic creeim nvf. n arle HEumíO! viviendo T iU íl ílf lo? r c t i d u c d i u n í c n n c c p c i j a o í f i i c a Eibenl, en la i ue tt t d tmnvio (uvo mafKen Tura f o r m i r c o m o iíuis j e t p o n e r yin ab a c u a n d o bÍPn le j a r e c i A y deleutar una. p? r? na! idad tí fO c a i r í de U audacia y d e U irrc- pínníibUidid. KM. i QrlüJttó i cr ifttt u n b i b l e s en íemp e r a m e n l w admÍTahln, que di 6 por TCMÍIUdo u n a S- ÍT de obrus Afi. irafin c loielec T u a l i i l a Harto CKprr jk ó e la c i i l l u n anliCipiriEujL cuyoi ciJiUctiirlos esíamo 3 jj aT do, E í i n fjculiñ U n J i i é n a inJinjiEari de a r l i i U s para J c r t J i r de la dtHÍ il ¡iLi TiuTitanlMÍM- y académica v d e ahí q u e ÜU 5 t i b r i í c icsiniipiari de c i lundajnenial f ¡ravednl fi ic y cspiriiual iüc f llicfE n en lodo ruom e n t i d i p x e de U ctiníeniplíiíj n. Hile coi e- itLi de a r t e enijnmlenjcnre libera nri ínijnríjij ¡vt, para ijue e n esl. i üOMÍfFh h EAPOÍJCÍOTK h i d e r a p r e n í c con freeui nciiL U nota óe a k a jeníLbilidad e m r t Ir nuevo. A h a r a conio E? pOaicton cf ccErvaí C Í lebrada en MadridH pcprííix- afl d e u n a cultur a y d e uiia sensüfilidad, merecen C Í U T Í T TI d e P r n t w e s del 1895, c d e h r a d a primero d e año, y en Ja o i t nifurarcn o b r a j d e I r a diJla, Dnrilnifo, Mufiin DeRraín, SordlA J l loénei A r a n d a BmrriíTL f i í i n o Emilio Sala, y LírcaiU i ídorei mjíxímos í üe fepres e n u n üu ¿p o c a füijfialar valor luvieroD l u n t i é n Isa de Grahulrveí France- rf A r l e BrilinicoH P i m n r c i A k m a i en d Frente, A r t i s n í CataLvnes, Arqiiilpciuri Alemana Rincnne y C WiiniJTrra de Madrid. E tajiip. ti d 7 I J Paví ti, Hxpodición Ixn Míidraje, Sal OTie de A r t e d e t t l u c a d ó n y Dt carrw, l í i f p o s k w n d e A r l e de In S r t c i ú n F t m c n l n a d e la F a l a n g e SiJún d e Olcifio y Et osjción de F i n l u r a v Hscuítir, -a, con Ja que inauífurii u S a l í n fa AsJíi iciím rfc F- inrrírnre V- rtiíiai Eí. pafií ler, FjípOífcionei de e. TcepCla al inpoTland k para la vjrla artlíii, o r ñ c í? í u e r o n la d e A r l e fjpnErol r u m e n p o r á n c o ceírl- rada en el mcí de flliHl, en Beríin, y la Fxpo i- L ítlmD r tMlv d r J u CarboDem Morrea aaletdm d t A T L I U D bttltilaio p k l u j í Útl AD piular U a r e t U u d S t n l a M Ka. c ¡6 n X i c i o p a l de Belli Arte de B reeTona, t s p l í n d i d o r e n a m e n ¡naupuradt Í H el n de j u n i o e n la capÍTa d e Cataluiíii, La E n poiidi m de M a r c d i a n o Sania María, larrnlín en la ciudad can líhjyA icn éxi lo rmo región ame. La n n i i n c M: Itevg, t a el aRo t ít acaba d e finar, nJ i l u r e phflor M o r e n o Cfirboneru, unrj de ícb n x j o r e í coIsboraJores p Í H u iffiti d e Cervantes p a r a d u r pU- kiil- ui a la genial fí (i ¡urd de iJon y u n o t r y a c u i n lua Kenial fisura le Don Quijote v a c u i n í? cciü en que el nntonid Hidalj o fue K tor. E n I9+ í n tnoLivo de- li. rt no i r a j o el m e j o r recuerdo de Claudio Coelio. el plnUrr madrileñf que U n feliimenlc lecutrda una í t i j Q u é n o l r a e r a el a i V u e h y c o m i e n i i? o? traerá, eTUfi? olja. i cosas, p a r a la p r i m. ivera, la ETsjíCvieiitn aci laI d Ktlla ATiea, certamen de májtima i m f o n a n c i a p a r a Ja i ¡L ai l ica i. B a j o qüf siffiío se e s i a Nacional? E í d Ale de c u a r t a l epciílturas y Cuadros acabamos d e ver Df la Eipoilcldn Dlar. dr Ja A u d e m l a d t San TtroíaáA, IFoLoi V. ICoroJ nofi b a c c a d i v i n a r el ríuti y d conl nído que la c a r a q í e r i i a r i P e r o no incurranjo al prPno iear Ul co a en eítÍTÍl p t i i m i n n a Coii Meremo pue que rt mundo a e i h i de JJ herencia artística, hija de u n é e í n t a por caiipTelt- de c nlcnidos pirÍTuiiev lie CÍ- OI conTenidí í qtie diTt serenidad, airrplitud y hondura Jas cieacíone de! fl. ne, HwiKis de esperar ilel nuei- o niun. ío que lUice eí nuevo ante íamtittn. Fi r i el n ilde e n 1 k yi ácL rán l o ci ritínídcn d i Ju nuevo, ruvo? períilc ya fc JÍCU- JTI en Ja conciencia d r o s piKbloí que hoy. poí t i iriimfo de un nue -ti orden, luchan, CECILIO BARBERAN