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1i drid, 29 de sBpfíémbre de 193 B AMO XXXIV. NÜME. RC 11.048. REDÁCeíONY ADMINISTRACIÓN: SBMRANO, 61. TELEFON O 51710. APARTADO y B s r S U S C R I P C Í O! SI a Madrid: ua mesj 3,50 pesetas Provincias; tres meses 12. Ame- 1 rica y Portugal: tres meses, 12,50. Extranjero: tres meseSa 30 ptas. DE CORREOS NUM. 43 DIARIO AL SERVICIO DE LA DEMOCRACIA Número suelfo, 15 céntimos PAZ AL ESTI LO A L E M Á N Gl discurro de R i t l e r no fea a p o r t a d o niníTiiua novedad a Ja, sitpación cieaíla p o r el Bjciiio aiidi iAi al J P I H Pai y iJontlres sallen lo ene ol II lí j? ala aras e n b o c a ele La suerte de la nación checoslovaca- -se dice r e i t e r a d a m e n t e por estos días- -está H i d e r r e c a e i d a n iocIai, ia lai amcn e la l é p í éa a l e m a n a a T nc Hsr -5 5ii del j en las m a n o s de niíster Cliamberlain. Los alemanes creen, de seguro, que está en las eiiándo i i i f a d c o i i futlsricd i- 1 írv pa Aeí m a n o s d e Hitler. Y quede a p u n t a d o que nadie piensa hoy en la tal suerte de la nación 3i, i -fr. jjos Tj- i- tuli- -f coiifestó entonces checa sin m i r a r a o t r a p a r t e hacia la de tbdos los h o m b r e s de E u r o p a en cuanto, pueoF lalniciite úf -ác r- l f jn. clülfoHs de den verse implicados en u n a l u c h a a r m a d a Conviene ir determinando la línea simple p a p e r pcila? do j i- I cTíngados qno e d e estos hechos. Se le h a dejado extraviar demasiado entre la a v a l a n c h a estrepitosa tl iB a l siielo Qi LÍ i ji T íj aiai uzar que de los acontecimientos que el pleito súdete provoca. ios jCiiiíac o qa cu m 7 c a j I o? a por eL Dándole, pues, a la s u e r t e de la nación checoslovaca toda su signiflca ción cabe pacifista fuÍTi- i o J leoOH d e n í i o unos preguntar! si está solamente en las ma, nos de míster Chamberlain o en las del r e i c h a. ño s, o de míos JKe -5 cliiífons dv? pd- -führer como creerán, de seguro, los alemanes. P o r q u e nosóti- os Eomo, s, discrepantes piejr P c i o en ue i o foaec falta e s p e i a r en la efectividad de ese p u n t o de vista. A nuestro juicio, está. de. cierto en las nianos sJOBiiera UPO Í me s p n r t calsi í ar l i m- del p r i n n e r m i n i s t r o británico, pero eri tanto la política que ést orienta y dirige coinconílafl de e as b n t i i g p j H b r a i do Jí llf i cida con la decisión ciue p o n g a el Gobierno de P r a g a en la defensa integral del Estado resiw to a 1 11 e i i sjlaíci l a rep t a checo; mejor atín, en t a n t o coincida con el límite que el propio Gobierno d e P r a g a la 5 a, la lisi- d. ep la cai ie do o idi de pong- a a aquella decisió. n. Sería pueril negar a h o r a que n u n c a ha sido el Gobierno de la f E pafÍT oQi fe. j! í i a T e s u a i u l d e Gran B r e t a ñ a tan director efectivo de la política e u r o p e a c o m o lo es por los días que q u e eg lícíiii i nf ii i, i iij o c jeíi- corren; que sido influencia. e r o r o este tve o t r a s eo i JX íi s in n tergoiiza- ins aspecto de l anunca h a n el quet a n oevidentes su p r i m a c í a y su las t r o p a s aP e m a n a s es n t r a cuestión a h r a ana, lizamo 3. El día que l e p a r a qn éneo hv l í i d í i e o inoti o, la ron en Austria escribimos en este mismo lug ar: Lio único que i m p o r t a saber ahora, juvcha ipa í l a a d li olen -5 a ei c se tijrcpira p o IOJ lof ij. -icije loíaLírrios co 1- es si los austríacos se defenderán o no. ¿P o r q u e en caso de oposición a r m a d a a la int a l a s- d e n i c r a s e iroi f is enti las jue vasión a l e m a n a podían evitar su a. plastamiento militar? Bq ninguna m a n e r a P e r o si orar a I poss o i ci i ia Franejft, o l i L -porque la d cfensa equivalía a u n a determinación de responsabilidades a u n p a r a aquellos T a. I. T, p I- l s riel ctsc idor al íMan t 11- (Jobiernos que p u d i e r a n p a r e c e r política y geográflcamente m á s alejados del suceso. Y di- an algnm, cuca la persuasiva si l a p i e- esto es lo que decimos a h o r a del caso checo. L a posición a l e m a n a p a r e c e bien dolimita, da después de las reuniones históricas ceceJie a, un j e o d e irara ítj. a. el de s a r e lebradas por estos días. R e a l m e n t e sólo h a n servicl 0 p a r a eso. Con algún subterfugio tirada, do Fsi -ína que otro tod avía l a t e n t e Hitler quiere íiiniplemente la anexión a Alemania del paísi T a i i p c o 1 i í if com ic ido a, P r a g a núes, ocupado por los sudetes. C Opste qué esté país no pcji- tcnecía al Imperio alem. án en 191 S, d i n d o i3 TF -e la jltíaj i m n c r a s tljplo- sirio al austrohún, ga. ro- como todo el actuad territorio checoslovaco. ¿Mantiene el Gos n i t ca r r i i qv- a Ü J al P r c s i j e n í e BciiCs, 110 e t i l- i í 3- co- sH jJpía ¡1 sazón bierno de P r a g a su decisión- -y h a s t a hóra lo hace- de no dimitir su. soberanía sobre o n e I TiiidíCii Tjs ir e n la roelajudCíoii del zona alguna e n c u a d r a d a dentro de las fronteras d e Cheóoslovaqiiia? ¿Sigue dispuesto te. i. ío io que t t a t i C? P aju. e- iMWinjse p u r a y a, negociar cualquier f o r m a de a u t o n o m í a en taiito sea a c a t a d a s u a d t o r i d a d y a defenli inanaente So en o c o, 3 250 000 lo íia -derse contra quien la. deíSconozca- -no i m p o r t a quieii- como eh el caso de los rebeldes ItitanteS do los i dcícs, pcjo cu eílo con- sudetes h a líecho y a? Entonces, la v e r d a d e r a clave del pleito checoslovaco está én P r a ti- en síei iajies e n ú f ñío miHoii, a i ü o x j- ga y n a d a más que en P r a g a Y en manos de su Gobierno la suert d de la nación piad e, de I ÍCOÍI dios F e í o 110 checa, entendida incluso en lo que tiene de suerte p a r a la pró. pia E u r o p a Obsérvese O e 5 to todo c (ij c i a í Í TIO p r o b l e m a el- desde este punto de m i r a t o d o lo que en la agitada política europea viene ocurriendo do c n í i a r a l a i ai i tíí H Í íer e íc iiae- desde que el discurso pronunciado por Hitler en Nureiriberg lanzó a los sudetes a la d o 1 liliojii d pfi o í a que liabtan dr ptre- rebelión armada, incluidas las entrevistas Cha: ÍTiber! 3.i n- Hitler. Obsérvese lo que a h o r a ccr sin e neflio íi ¡o a r- i todoj deíiuiaíl- mismo ocurre. En Londres, m á s que en Berlín, está una parte del porvenir, pero la ic- E l QF t T Iií ii- -annore al ííiiirer m a y o r está en Praga. L o s a b e bien míster Chamberlain. Lo sabe- también monsieur lio Ic co i ciifa c i e lo- -entre los al m. iiies Daladier. La conferencia que h a de reunirlos hoy en Munich con los dictadores alemán íia qi ienc r o on ÍÍ I D del eulto l u t i e n a- e italiano t e n d r á resultados apreciables en la medida que esta p r e m i s a sea la deterr o J 3 i í- ís lilínnas f l ccioiie los social- m i n a n t e de actitudes y acuerdos. Si e l l e no fuera así- -si P r a g a no contase en la enCv, iMüiiíis i iMíerou en ei terijíí i o SBdc- trevista de. Munich, en su justa importancia, como realidad y significación -no alcanie 400 000 o.o s, los coiiiFiiiStas 20 000, y zaría la categoría histórica esperada por -el hondo sentido pacifista, de las Democracia, í g católicos an h nI- jjni 5 Í i, iinofe 50 000. Quedaría frustrada esa a n h e l a d a rectiflcación d e la política que siguen las potencias e s o s iiuinc o tbiii o- s Ci idadaiios, n o se d pn- j o oráticas y con ello la paz. -Juaii D B A G U I K R E S e 53 naB íani 3 oro a dejaiso cüonleñar a l a i c e citil, o, ío e íO oc ¡i peor, a la inviert e ll- ir altar rpxe el t e m i ó Taimo íii í a c, o INTENTO PARA SALVAR LA PAZ Í J O Hijcl í n o í la i T ff d- í Ji inra a AJ ij s l a n n 1 o f i d 1 1 r? í a d o do 1 ers t -forjiíeb i p 11 f c 1311 J e jo aiíttro ii L i t v c í n i 1 iia io tliei o o r i h a r i a d o ds i j 7 í u T aíjos 51 esta roii f e m na i v J e ae f ii a de C 3 traordniarja. inipo inv 1 nw egiin E- O jretensioiies de Hitler liiljrja de Dasa l a l a c í a lo sriisimo Qlse Saé ft- dn ¡a- e Wec ii s, a i -o de l a t c i n (iiemiga. P e r o todo ri to no c i vti n- tda en l a ret ó i i c a del íidir r Ai ii ii os l a esperanza de íA- vniOn tíoii e n i tuB. no i, H de- i Estamos ante una situación sin precede es desüe 2914 ha cisión 110 lo olvide íLíSpaña, 7) or Í, ÍS CIÓII coiitim a i 1 d lite de IHICK LIO Golüserro, el príitier mmísíro inglés ante laCaimara de ios i omunes lo rectiei l- -t t a d c o i crecieate efldacia. P r a g a ía n Eli -PllESIDEN- T- E NOIITEAMEKÍCA. NO justicia, declara que no se t r a t a de pensar. B I K I G I O AYER O T E O MENSAJE A en los e: rrores e injustisiaf? del pasado, sino HITIJER en repairar los actuales. Insiste en los h o Washington 28. Roosevelt h a dii- igido rrores iincón. mensurables de u n a guerra, y L E A U S T E D S J E M P- R E un nuevo llamamiento a Hitler en favor de recuerdaí que la victoria y la deiTOta d e la paz. 191 S li n sido complejamente estériles y En su nuevo mensaje, Roosevelt, refirién- se h a perdido u n a g r a n lección. Finalmente, dose al alegato de la contestación a l e m a n a asegura que el conflicto germanocheco dehe R. E V I S T A Q ü I N C E N A L de que el Tratado de Vorsallos fué una in- ser resuelto pacííTcamente y que es inad- LA V E R D A D E R A CLAVE D E L P L E I T O R O O S E V E L T H O Y SE R E I I M I M A N EN HITLER Y MUS SOL! NJ