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H 3 í Madridf 4 de ago si- o de 1938 tt SUSCRiPCiON A N O XXXIV. NUMERO 10.999. REDACCIÓN Y ADMINISTRACIÓN: SERRANO, 61. TELEFO NO 51710. APARTADO C) E CORREOS NUM. 43 ÓRGANO DE UNION REPUBLICANA Numero suelto, 15 cénfimos Madrid: un mes, 3,50 pesetas. Provincias: tres meses, 12. América y Portugal: tres meses, 12,50. Extranjero tres mesesg 30 ptas. D E LA O F E N S I V A D E L r JE. BRO A LA RETIRADA DE yOLlINTARlQSs) E n la respuesta del Gobierno d e la R e pública al p l a a bi- itánico p a r a l a r e t i r a d a d e extranjeros comljatieiites en E s p a ñ a s e insiste m u y expresamente soíire el aspecto m á s categórico d e l interveiicioHisiiio: el XBaterial de guerra. Sería inocente creer r- o esforzarse i or liacer creer a n a d i e í en. efecto, que son ias a y u d a s e a liombres, soldados, aviadores, oficiales y técni eos e n general, lo que da imás carúcíej a! a intervención iíalogeriiiánica e n E s p a ñ a Ño. É s t a m a n e r a de auxilio tiene su cate ¡góría que y a n o Ignora iiadie, precisamente p o r q u e el desenfado do los intervencionist a s antes que ocultarla, la vocea sin el m e nor, recato. -Pero aiiiT l a tiene mayor esa o t r a m a n e r a de auxilio que se adscribe a Jos envíos d e m a t e r i a l N u e s t r a ofensiva del Ebro, a p a r t i r del toomento en qjisi el Eicrcito español p r a c ticó, con lina prcci ón, i m a técnica y n n a r r o j o adnilrablosj el p? so del río, y fuer o n arrolladas- -cwanrlo KO copada -las gnai nicione 3 d e l a o t r a orilla, tomados los p r i m e r o s pueblos y i c a n u t l r d o el a t anee a fondo, lid venido a ser i n m e d i a t a m e n t e- -miicko g periotlislas cxtJ njf i os fueron testigos del focc ro y on jiis periódicos dier o n fe d e éi- -n i a luclia c n í i e la infanteTÍn, la artillería y la a -iacíóa españolas c o n t r a las m a s a s de a- tjación iíplianag y alem a n a s verdadero y ca i x ipico insíriiniento titilizado p a r a intontai co t l a ofensiva. l a s muferes espoñolas sustituyen a! os hombree en los lugoses de trabcfo pora no sestea Efi otras condicione? d e I- cs a, combatién- doso e n tierra, fio tr n licra a trincliera o a los íienies ni un solo combatiente. La dependencia de lá Pcida invadijia y la digiüdod del nombre de España deberán aucíio a este elémpld de ciTismo de nuestras muSezes. do redncto a rcdncío. nurcti e? posible p r e cibar, m i e n t r a s e pcIcT, n é Iccuíia habla o cuál es la proccilsnir a í eneiíiígo qn se tiene e n frcníe- icmlii n a b o r a a b n n d a l a m o r i s a i a cu l a cnciiía de los p r i feloncros- P e r o cuan lo la J ielia se d e s- an- oMa como alior lia oci thi, ciia? ido las gaarniciones íiuyen o se rindan deísíSe Mora liasía Sierra Panclols y dcsdi Aseó b a s t a VlHaiba, y el cielo i r rea d e formaciones a é r e a s qíxe n u e s t r a s baterías decorganizan u n a vez y otra, todo el p r o b l t m a de la guer r a e n É pañ- i l a oncdatlo p o r entero, al doariudo. E l EJéi 2i ío e la KepúbiJea- -esp a ñ o l cien p o r cioHj quede bien entendido La sugerencia a l e m a n a- -n o llegó a propuesta concreía- -llevada a Londres por e s t o- a u n I r d o Al otro, la a iifción ger- el e m b a j a d o r I ircksen p a r a u n a r e u n i ó n de l a s c u a t r o Potencias, parece q u e no snanoltallana. Es e es el cuadro real de la (juedará i n c o n t e s t a d a c o m o en u n principio se supuso. Algo lia ocurrido desde que p r i m c i j fase de n u e s t r a oícn- iía del E b r o míster C h a m b e r l a i n aludió a la escasa m a t e r i a negociable contenida en ella, que ¿I m p r e s i o n a n t e? Sí. No p a r a nuestros sol- hace c a m b i a r la situación p o r m a n e r a considerable. Este algo es el ofrecimienl- o dados, d e d o luego, quü lia i sabido batirse hecho p o r el Gobierno britáhico p a r a que lord Rüncinian intente a c o r t a r la distancia c o n el inGlrumcaio ii. jgi amciiíc utilizado que s e p a r a a l Gobierno d e P r a g a de los jefes sudetes; a u n q u e acaso fuera m á s exacto p o r los iJiva oics y a r c i r de él, sino p a r a decir el q u e s e p a r a a éstos de aquél. No basta, desde luego, quo míster Chamb rt o d a conciencia IiouTada cjuc tome posicio- iain haj a declarado solemnemente, en los Comunes, en qu 6 medida considera a lord HCfa a n t e lo que en E y l í a ocurre. R u n c i m a n investido d e s u sola a u t o r i d a d p e r s o n a l a los efectos del t r a b a j o que h a y a p a r que p e d el mediador como un simple Más impresionante íi. daiía la actitud de- de o realizar en P r a g a máis aalcance ue n a a ser considerado aducido p o r él mismo, y p a r a l gestión qu el is población civil reseatr la e n IOJ eblos h m b r e bueno sin ocupados. A l iérSi- s qpc es la i oWación que p u e d a concebirse t a m p o c o al Gobierno inglés ausente do cuanto lord R u n c i civii q u e e quedó aílÁ cuando en FÓ el m a n gestione, h a g a y obtenga. No h a sido, en efecto, lord R u n c i m a n sino míster in iasor, S gtin lo- parles reb idefe, vttíi po- Chamberlain, quien propuso a l Gobierno checo y a los jefes sudetes esta naediación. lílíicióii les fué iíiílel- t a n t o como decir P o r o t r a p a r t e todos podemos estar seguros d e que, ni el uno ni los otros, la h u q u e í uó fiel a su F a t i i a- Da fe de lo que biesen a c e p t a d o for- mulada p o r el propio lord R u n c i m a n con su exclusiva signifi es esa liberación estCiilórcamente? j; ritada cación y personalidad. A h o r a bien, significa esto- y todos están acordes en ello- -que el Gobierno bria diaiio p o r lo que lian inienta- io escud a r s e aliora- -u n a tcí má al fin- -detríls tánico r e c a b a p a r a sí m i s m o y practica, u n a parte d e la sugerencia llevada a L o n d e los a t iones que, piloíado- p o r ís ancs dres por el e m b a j a d o r Dircksen: aquella en que se confieren poderes a las Ciuvtro P o e italianos, e n r í a n a ICspaísa lo dioiadores tencias para- intervenir en el régimen interno del pueblo clieco, aunque desposed e l eje. I víti mos aíJ lbuliL a laies ia ofen- yéndola, claro esitá- -en eso se diferencian, sustancialmente, la m a n e r a política inglesa y siva del E b r o- -y pt. r ri on s isii miera- la a l e m a n a- de c u a n t o p u e d a constituir m e r m a d 1 sobei anía del E s t a d o Che bles que jio sería p i u d c n l e destacar lioy- -coslovaco. I. a sugerencia Dircksen, pues, y a no podrá q u e d a r incontestada. f. alcances d e m u y diverso orden, d e n t r o y ¿Cuál va a s e r l a r e s p u e s t a? Lr estudian, en este mótsieato, sin p e r d e r contacto, fuera- d e n u e s t r a s fronteras. No serán d e los Gobisrnos d e Londres y P a r í s Y es casi seguro que no s e aleje m u c h o d e l si e n o r cuantía, e n t r e ellos, los q u e d e e s- guiente punto de vista: F r a n c i a e I n g l a t e r r a estarían dispuestas a e s t i m a r l a c o n- COMO A C E P T A R Í A N I N G L A T E R R A Y F R A N C I A LA R E U N I Ó N D E L A S CUATRO POTENCIAS El alej. amiento de- la guerra en España, ciiestlón pr ia íc s flps li (jlips en sí habrán de derivarse. yeni encia ¿e una í. euni 6 n ñ Jg CM? ítro Potenciaf- -con mayor motivo si deja de