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m A D R l D JUEVES 14 DE FEBRERO DE 1907. NUMERO SUELTO, y TifflB; CRÓNICA UMIVF S A L 1 I. U S T R A D A A N O j i l N U M 02 1. SB W l 1 2 E P O C A teir A ÍSiiJ War t RiT iliii. ji. inir m ¡lo i ÍHIBWI üi IMIl l Í l K Wl! H lM l ll l ENTJMOS S e t lifM jr- BigTri; S v a R f l jln tTirarrirr W iia? ¿mtjff i W TM t 4. f L SBiinK. TAi. te 9 gMis tMmnim yMn iM 1 IIMWHI iTT- -Twiifn t wmmtmii IMIM q u e l a s m i s e r i a s q u e en Juan Cosía se r e l a t a b a n e r a n trozos t o m a d o s d e l a v i d a real, llegaron á d o s r e s u l t a d o s m u y e s t i m a b l e s á mejor. íi. r l a s i t u a c i ó n d e l p r o f e s o r a d o y á c o n s a g r a r e! t a lento 3 la x r s o n a l i d a d d e A u t o n i n Laverg- ne, hombre modesto y sincero que, pensando única P R O P O S I T O D E R 1 doming o i or l a m a v e x c l u s i v a m e n t e e n h a c e r bien, se h a b í a m e d r u g a d a dejó d e e x i s D U R A N Y B A S t i r D. M a n u e l Duváii y tido, sin d a r s e c u e n t a d e ello, en el c a m i n o q u e c o n d u c e á la c e l e b r i d a d Bas, á l a e d a d d o c h e n t a y t r e s a ñ o s c n Y e n t o n c e s fué c u a n d o el G o b i e r n o d é l a R e v u e l t o e n u n a atmósfera d e iiicunfuiidüjile afee pública, c e d i e n d o id c l a m o r e o del p ú b l i c o 3 d e to, d e i n c o n t e s t a d a r e s p e t a b i l i d a d Iva c o n c i e n la P r e n s a p r e s e n t ó á las C á m a r a s el ijroyecto cia social n o s e ong aña e n e s t o s a b r e v i a d o s d e ley, L 103 v i g e n t e q u e h a b í a d e colocar á l o s juicios contradictoi- ios q u e s u c e d e n á la m u e r t e maestro. a l nivel d e los d e m á s h o m b r e s d e l v a r ó n ilustre. K a el fallo d e a h o r a coinciP e r o a p e n a s a c a b a b a d e realizarse e s t a o b r a d e n a m i g o s 3 a d v e r s a r i o s políticos d e l finado, diguísinia, c u a n d o o t r o libro d e l m i s m o a u t o r a c o r d e s t o d u s en r e c o n o c e r l a p u r e z a d e l m ó íi mvQCÍ 6, El señor alcaide, y otro e s c á n d a l o s e vil, la r e c t i t u d d e l a c o n d u c t a y el indcícctil) le rodujo a i -iL- r f i e l m e n t e re ryducidüs l o s i n p a t r i u t i s n i o del Sr. D u r a n concebibles ai: uisos cpie. e n c u b r i é n d o s e c o n l a l i s cosa h a r t o fácil d i s t i n g u i r ciertos d u e l o s a u t o r i d a d m u n i c i p a l se c o m e t í a n oficiak- s y g lorificaciones a m a ñ a d a s do e as Y t; mpoco e s t a v los latigu: os d e Antor. in o t r a s corrientes d e s e n t i m i e n t o e n b i s c u a l e s L a v e r g n e s e p e r d i e r o n s i n resultado... L a l e y se manifiesta la e s p o n t á n e a vsinceridad d e l a se refonnó, los a b u s o s s e c o r t a r o n 3- el a u t o r d e m u c h e d u m b r e s o b r e p o n i é n d o s e á los a n t a g o Juan Cosía, sin p r e t e n d e r l o s e g u í a a v a n z a n d o n i s m o s de p a r t i d o Ivn s u m a á n a d i e h a y q u e r á p i d a m e n t e p o r el c a m i n o d e la c e l e b r i d a d decirle c u á n d o h a m u e r t o u n personaje d e La Academia Francesa pensó premiar su sefortuna y cuándo un verdadero patricio. Todas g u n d a novela... S e dijo q u e la A c a d e m i a G o n las h i n c h a z o n e s y sofisticaciones p e r i o d í s t i c a s EL CONDE D E SAN LUIS EL CONDE DE LA VLÑAZA r e s u l t a r í a n v a n a s p a r a a d u l t e r a r e s t a i n e q u í- NUEVO EMBAJADOR DE ESPAÑA EN RUSJA NUEVO A 41 N 1 STRO P L E N I P O T E N C I A R I O DC cotirt t e n í a el p r o p ó s i t o d e c o n c e d e r l e los 5.000 voca i m p r e s i ó n ESPAÑA EN LlbBÜA Fct. Comp. riy. francos q u e t o d o s los a ñ o s d e d i c a a l mejor liFot. Viuda t d g Debas, b r o d e este g é n e r o q u e s e p u b l i q u e y tal vez N o fuera del t o d o impo. sible r a z o n a r l a b r e v e h u b i e r a sucedido así s i n o h u b i e s e n salido á m e n t e H a b í a l e a l c a n z a d o á D u r a n y Bas, c o m o relucir l a s arma. s q u e s i e m p r e s e e m p l e a n e u m i n i s t r o del G a b i n e t e Silvela, u n a p a r t e d e l -í... estas l u c h a s glorioso fracaso q u e d e t e r m i n ó l a r e t i r a d a d e v este ú l t i m o Antes, e n t i e m p o d e C á n o v a s h a E n v o z baja p r i m e r o y e n p e r i ó d i c o s d e s leí és, e m p e z ó á decirse q u e A n t o n i n T a v e r g u e b í a s i d o a r r o l l a d o d e l a d i r e c c i ó n d e l sentido á p e s a r d e h a b e r escrito d o s n o v e l a s s e n s a c i o c o n s e r v a d o r en C a t a l u ñ a bajo a p a r i e n c i a s d e n a l e s n o e r a n o v e l i s t a p o r q u e le faltaba la h o n r o s a j u b i l a c i ó n i olítica. ¿Por (jué? M e d i a n n o t a tierna, la n o t a s e n t i m e n t a l indi. spensable t e dos errores, q u e e n t i e n d o h a b r á d e j u z g a r l a eu l a s novelas... H i s t o n a con h a r t a d u r e z a el t r i u n f o del sistem a d e cacicazgos y a r b i t r a r i e d a d a d m i n i s t i a t i ¡Cu h o m b r e q u e fu, stig- aba sin p i e d n d vicios sociales y los r e m e d i a b a n o jjodía s e r n o v e va, todo aquello q u e p o d e m o s l l a m a r rumcrulista... roblaíísmo p a i a íihorrar p a l a b r a s y e n t e n d e r n o s Y así s u c e d i ó q u e m i e n t r a s los m i n i s t r o s pocon rapidez, en c u a n t o á l a política g e n e r a l y n í a n coto a l a s a l c a l d a d a s la A c a d e m i a F r a n e n c u a n t o á la especial d e C a t a l u ñ a el t r i u n f o cesa concedía remíos á o t r a s o b r a s y la Acad e u n incondicionalismos furioso, con t a n e s d c u u a G o u c o u r t d a b a 5.000 t r a u c o s á o t r o libro. casa fortuna c u l t i v a d o e n l a H a b a n a p o r l a s A n t o n i n I. avergTie, con la m a y o r t r a n q u i l i d a d m i s m a s fechas. del m u n d o escribía d e s d e el r i n c ó n d e su h o E n efecto; ¡jara C á n o v a s del Castillo fueron g a r h o n r a d o esa n o v e l a lindísima, e n la- jae s i e m p r e m e n u d e n c i a s poco m e n o s q u e d e s p r e t o d o es verdad, todo t e r n u r a i o d o color, v e u ciables los p o r m e n o r e s d e l a o r g a n i z a c i ó n b u la q u e t o d o está c o n t a d o con arte delicado y rocrática, l a p a r t e técnica d e l o s servicios, el e -rpiisito. e s m e r o g e n e r a l S e creyó l l a m a d o p o r v e n t u ra, á u n a política d e g r a n d e s l í n e a s y b r o c h a Chacita derrotij c o m p l e t a m e n t e á la e n v í 1, zos y s e d e s c a r g ó d e la ejecución d e l a s cosas din. y á la i n t r i g a E n A l e m a n i a y e n I n g l a t e r r a lia a l c a n z a d o u n é x i t o colosal; e u la Améconcretas en l a s m a n o s q u e c o n s i d e r ó m á s h á D. F E í J P E M O R A L h S DE S E T J E N EL CONDE D E HETAMOSO rica latina, p o r q u e t a m b i é n lia sido p r i m o r o s a biles. DECANO DEL TRIBUNAL M E T R O P O L I T A N O m e n t e t r a d u c i d a al español, se e s t á v e n d i e n d o NUEVO DELEGADO REGIO D E PÓSITOS D e aquella habilidad h a n q u e d a d o r a s t r o s DE LAS ORDENES M I L I T A R E S Fot. A B C. a d m i r a b l e m e n t e y a h o r a en el preciso m o deplorables d e o l i g a r q u í a y c a c i q u i s m o d e diFct. Franzen. m e n t o e n q u e el m i n i s t r o d e I n s t r u c c i ó n p ú vorcio h a s t a a h o r a i n s o l u b l e e n t r e el p a í s y el blica a c a b a d e d e c i d i r la a d q u i s i c i ó n d e l a o b r a E s t a d o oficial. L e y e n d o los Esludios del reinado a l r e d e d o r del n o m b r e d e D u r a n y Bas, m i e n- serias y t o d a s l a s p e n a l i d a d e s d e los m a e s t r o s jara t o d a s l a s b i b l i o t e c a s d e Francia, q u e s o n de Felipe IV p o d r e m o s h a l l a r algo qi. ie n o s d. e escuela do F r a n c i a Y el d i p u t a d o q u e t a n o r i e n t e acei- ca del v e r d a d e r o e s t a d o d e espíri- t r a s desfila s u e n t i e r r o cu magnífica luauifesta- n o b l e 3 d e s i n t e r e s a d a m e n t e t o m a b a l a defensa a l g u n a s A n t o n i n L a v e r i e t e r m i n a u n libro tu d e l Sr. C á n o v a s q u e era, e n g e n e r a l el d e ción d e s i m p a t í a q u e sólo con l a del e n t i e r r o de esos d e s g r a c i a d o s c u y o s s e r v i c i o s solo p o- n u e v o u n a novela t a m b i é n Les Frcíons, q u e casi t o d o s los h o m b r e s p ú b l i c o s d e s u t i e m p o de V e r d a g u e r p o d r í a h a l l a r c o m p a r a c i ó n El d í a n c o m p a r a r s e al d e s p r e c i o c o n q u e s e l e s s e r á objeto d e g r a n d e s di, scusiones, piies e n T r a t a n d o de O l i v a r e s h a b l a d e l a H a c i e n d a y féretro se p a r a u n m o m e n t o a n t e l a U n i v e r s i- t r a t a b a declaró, al t e r m i n a r s u oración, q u e l a ella fustiga e r t é r g i c a m e n t c u n o d e ios vicios de los detalles d e l a a d m i n i s t r a c i ó n c o m o d e dad, y el clero p a r r o q u i a l c a n t a u n r e s p o n s o i d e a d e h a c e r serias i n v e s t i g a c i o n e s c o n res- n. iás genei ules y m i i a r r a i g a d o s d e la época cosa moicsL. L 3 p o c o del g u s t o d e l C o n d e- d u- d e s p u é s s i g u e y, p o r último, d e s a p a r e c e cauri- p e c t o al a s u n t o q u e t r a t a b a s e l a l i a b í a s u g e r i- a c t u a l que, Cjui ú píU desconfianza d e s í p r o p i o e n n o d e l c e m e n t e r i o c o n d u c i e n d o los despojos d o ixna n o v e l a Y s u c e d e r á q u e c u a n d o A n t o n i n Laverg- ne malcria iaii e. vJra ld ¡s s aníecedcnlcs, q u i z á p o r m o r t a l e s d e u n h o m b r e d e bien. E s t a es l a pa ICfectivamente, entom: es a c a b a b a d e s a l i r á l l e g u e a la c u m b r e d e la gloria, d e l a q u e sólo labra: d e u n h o m b r e d e b i e n e n t o d o s sentirepuUióii. iusiiniiva q u e el j j o r m e n o r d e l a s c u e s luz u n libro t i t u l a d o JtKui, Costa ó el iuaeslro d alg- unos p a s o s le s e p a r a n ya, en v e z d e o i r trass t i o n e s d e esta índole le ÍVLSX W- A Q: cosas ambas dos, como p a r t i c u l a r como político, como propueblo, o r i g i n a l d e un j o v e n descotiocido, d e u n sí i o s g e m i d o s d e los tropellados en el c a m i n o fesor 3 publicista. que se lian cxpcrintcntadoy se eii. bmii profesor taiuin. én que, m e n o s clesgTaeiado q u e c o m o m u c h o s o y e n escuciiará m u r m u l l o s d e mh iciv los polilicos espaÑoUs de núes Ira época. i M s u s c o m p a ñ e r o s p o n í a s u t a l e n t o al s e r v i c i o d e a g r a d e c i m i e n t o D e aquellos p o l v o s d e i n e p t i t u d y d e r e p u l F MORA su defensa. V i el d i s c u r s o del d i p u t a d o p r o sión in. stintiva p a r a t a l e s cosas n a c i e r o n en dujo h o n d a s e n s a c i ó n c u i a s esferas del Gog r a n arte los lodos d e l a catástrofe nacion b A N T O N I N L A V E R G N E H a c e a l g u n o s bierno, la n o v e l a c i t a d a la p r o d u j o á su vez en a g r a v a d a p o r l a descomposición -i a ñ o s u n dipiit? -el m u n d o l i t e r a r i o venía opei ando el caciípiismo. T a Icv- v a. -Vquel l a m e n t o c a u t i v o ai p ú b l i c o l a senci, 0 francés interpeló al m i n i s t r o d e I n s t r u c c i ó u titud d e D u r a n 5 -B a s d e n t r o d e este s i s úbiica, y s u b i e n d o á la t r i b u n a p r o n u n c i ó un llez y c l a r i d a d d e l estilo p a r e c i e r o n e n c a u t n d o el habérsele e n c o n t r a d o p a r a implantíIscurso brillantísimo, p e r o d o i o r o s a m e n t e t r i s- ras, y a g o t a n d o los lectores las ediciones, p r o a f o r t u n a d a s u b s t i t u c i ó n es algo q u e A Itos cargos. e n el q u e p u s o d e manifiesto t o d a s las nix t e s t a n d o la P r e n s a y c o n v e n c i é n d o s e t o d o s d e r e c u e r d a con e n c o m i o c o m o s e recorc E n l a p r e s e n t e agina i n s e r t a m o s los rc c o m u n i ó n d e C á n o v a s c o n t r a Silvela, o r i g i n a tratos d e los c u a t r o pers; (najes d e s i g n a d o s r e d a en a n á l o g o s m o t i v o s I,o q u e e n t o n c e s fué c i e n t e m e n t e p o r el G o b e r n o d e S. i Í. p a r a carcisma 3 discrepancia, h a p a s a d o d e s p u é s á s e r gos elevados. o r t o d o x i a del p a r t i d o c o n s e r v a d o r reconociénEl c o n d e d e l a Vinaza, q u e d e s e m p e ñ a r á l a d o s e q u e d e aquella l a x i t u d d e a q u e l l a falta d e E m b a j a d a d e E s p a ñ a en Rusia, y del a c i e r t o selección, d e a q u e l l a culpable t r a n s i g e n c i a en do sil g e s t i ó n s o n p r e n d a seg- ur. i el tacto 3- la los medios, d e aquel m o n o p o l i o d e l favor ofi (bl: c: ideza q u e d e m o s t r ó eu ía. s Eilibajadas d e cial concedido sin freno ni c o r t a p i s a á los a d e p bi úselas y P o r t u g a l tos, d e a q u e l l a distinción especiosa e n t r e h o n J o v e n d e v a s t í s i m a c u l t u r a correcth- simo. l i r a d e z p r i v a d a y h o n r a d e z política y, e n suma, t e r a t o d i s t i n g u i d í s i m o e s a u t o r d e La b- ibli md e a q u e l p o n e r s e l a ley y a u n el m u n d o p o r la dt las le ii- aas i? idtgenas en Anicnxa, p r e m i a d a montera, h a estado á pique d e originarse un por l a B i b l i o t e c a N a c i o n a l Htslona de la Filolog r a n traistorno i n t e r i o r y s e l i a n n u t r i d o y gía caslellana, q u e p r e m i ó l a A c a d e m i a d e l a a p r o v e c h a d o t o d o s los r a d i c a l i s m o s y t o d a s l a s L e n g u a Goya y su ¿lempo, la Saiira politica en t e n d e n c i a s centrífugas, ¿Qué significan el des España, los Cronistas de Aragón, los Escritos de cuaje) la r e v o l u c i ó n d e s d e a r r i b a y o t r a s fór portugueses y españoles en lenj ua ciima v iaiwiiem u í a s del m i s m o tono, s i n o u n a franca rectifisa. l o s c u a t r o t o m o s d e Adiciones ai ikc acnario cación d e l error, d e l t r e m e n d o error e n q u e s e de Cían Berrmidez y o t r a s m u c h a s bras q u e en m a l o g r a r o n v e i n t e años? este m o m e n t o n o r e c o r d a m o s 3 q u e tienen méDe idéntica manera en lo que concierne á rito v fuerzn baí 3 tante p a r a con. Vigr. -ir UUÍL SÓ a. s r e l a c i o n e s e n t r e el Ivstado y los c a t a l a n e s lida r e p u t a c i ó n d e h o m b r e estudio. so v sabio. üe b u s c ó l a formación d e u n p a r t i d o a b s o l u t a El c o n d e d e S a n L u i s d e s i g n a d o p. ara mim e n t e incondicional -asimilista p a r t i e n d o d e listro p l e n i p o t e n c i a r i o d e nue. stra nación en la la ficción d e n o existir p r o b l e m a a l g u n o con c o i t e p o r t u g u e s a e s s o b r a d a m e n t e conocido c a r á c t e r d e especialidad. A lo s u m o s e d e j a b a á o a i a (pie s e a n e c e s a r i o r e c o r d a r s u s m é r i t o s 3io s repi esentantes d e C a t a l u ñ a como v a l o r ei vicios al p a r t i d o c o n s e r v a d o r Í! cual p e r c o n s a b i d o e x t r e m a r un poco la n o t a p r o t e c c i o n i s t a D e la resurrección l i t e r a r i a del i d i o m a tenece. S i g u i ó con g r a n a p r o v e c h a m i e n t o iá del a p a r e c e r d e u n a r t e y u n a Ijiteratura (fenói car era d e las A r m a s q u e a b a n d o n ó l l e v a d o d e m e n o s q u e s i e m p r e h a n d e t e r m i n a d o en la H i s I su. a i i c i o u e s políticas. t o r i a c o n s e c u e n c i a s d e carácter político) n a d a 1,1 d e s e m p e ñ a d o l a dirección d e Obr, i, s U se q u i s o tornar en c u e n t a c o n el t i e m p o y la bb -y el G o b i e r n o civil de Mjdríci. en ia p r u d e n c i a d e b i d a Iva Prensti e n c o n t r ó u a a fraú n n a t e m p o r a d a p a r l a m e n i a r i i se (l: sting- uió se definitiva, e r a n cuatro gatos Y así se d e s cerno p o l e m i s t a h á b i l y e n é r g i c o ¡aturalizó a q u e l artiuo c o n s e r v a d o r á l a caJ 1 c o n d e d e R e t a m o s o l l e a á la C o m i s a r í a ii! ¡na el in. ás d e c i d i d o d e todo. s los e s p a ñ o r e g d e P ó s i t o s u u c o n o c i m i e n t o profundí. imo les p a r a l a r e s t a u r a c i ó n alfonsina, y s e ronn. nó de e s t a i n s t i t u c i ó n q u e h a- sido d e f e n d i d a i or el ó r g a n o q u e a r t i c u l a b a y relacionaba l a s asél ei n r i a s ocasiones, logrande su intanfi- ibi iracione. iocaies QMW el p o d e r central y q u e lidad EL PRIMER FERROCA, k! K, liL L; N VlARRUECOS iüibiera podido atemperarlas y eucauzaiias E s escritor castizo y e l e g a u t e h o m b r e d e fái ANGER. LA LINEA FÉRREA AL SERVICIO DE LAS OBRAS DEL P U E R T O D E TÁNGER, cil p a l a b r a 3 v e r d a d e r a a u t o r i d a d e n el p a í s ti. de lejos... INSTALADA POR UNA CASA A L E M A N A Fot. Rittwagen, agrario. T o d o esg ilota y lalpita en esto. i n s t a n t e s B C E N BARCELONA, P O R M 3 G U E L S OLÍ VER ALTOS CARGOS A S l L U t T A S PARISIENSES NUESTROS GRAB. DOS