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A B C. D O M I N G O 5 DE N Q V I h M B R b DE ino 5. PAG. 5. E D I C I Ó N á L keVLIh. PALACIO IMPERIAL VJÍTO DtSDl, t L P U Í H T f i D t L EMPtBADOlí QUlLLEHMO, DUh UE BU A L O J M I J Í (PUIHAPIA S M L Í E T D A L F O N Í O J Ü H U n Cunado dül a l f i l d c u r vio i c en t u d o í u d i ó g A r r c l f n n u n o 3 grupa de piabtDtat dondf el i g m o r te h llab H y qucrici do csiltgaric, dió c u i l r o ó cinco c i l a f A i o i (Uct iiinicipaJ que tt m c o n f r i b i enire t q u l l o i p K c Í 5 j m m c f f detener i r c t o r de I o t r i uiondAd. T t m b o f q u c d i r o n m i l i r c h o t en l u f lo p i r o Julián M o n l e í y A r t i o n i o G i r c i i qu 9 i K H i n i i n I01 que d modc tan t c r n b l í arreglan 1 U 1 c u c t t i o n í n V k l d a n c c i e fueron p r o eetadoi, y l y e r n l i Sección ler eri, Aciiuda de un deliio d tUniméa y l r í i o n í 4 por (I cuil Uí pjdc el repreaertiante d f Ifl ley itií vnot, ocha iii ca y un di de prnít n niyor, El Sr, D VíJero lolicjló en f u Jnformí abujlucion de loa moios. XAATRIMONIO ILEGAL l í T p u f i l O contra l i A u d c n d i de C t d i ciCTia ndividuo que mcTA en Lácrelo. DIPUTACIÓN PROVINCIAL Hay vaiioB c ndJdalo entre r i l o loa leñoCCt Duran y M o r e n o Y como toi varjoi candidatos í o n libf ralcí, el Q o b i c m o e KAIIB en un compromjio. 1 A S E S I Ó N A y r celebró K u ó n la D f putacion provincial b i j o IA prciidcncih del STT M u r c n o Entre o i r o i aiuntoi de menor iniercí, ve trat ó de l i eartí ertviídj poT EJ arrcndafATÍo de la Plaia d t T o r o príponíendo pagar IPV cant i d i d e i que adeuda á l i Diputación en dieciaeii plazos, en vez de cuatro, ccimo h bJA Acordado l i comiiión nombrada al efcclo. Mjmfeutarún alj ¡unOi dipuladoii que l i c i r l i del S r N i e m b r o no t í j f i r a n i i a suñeiente del pago prometido; el. Sr- Pér Calvo propui o que it celebre un conTralo mcdjante etcrliura publici, l u c q j que d S r N i m b r o h i i enviado l o i tttulof de propu dad de VUA biene ó i n X dtcado banquero que ifiance el comprontiio del A y e r le vid m l S M pago á la Drpulacpón. prcmo un recurro i n De pué d e muehA discirtión te acordó l í n u n í g dlctAiia por 1 A t p r o b i r lo propuíít por el S P f r r C i l v o en r i u i a que l e tiouio tt ctio doa vtctw. 1 A p i -L 4: epEBr do at ofreeimJcnloa de la carta dcT i c ñor N i e m b r o H i qu. dado r e l i r a d i del pretupueiEo extraordmarjo de I 9 D 5 la de gistes virioa di. l capitulo Xf uccrzi del p o de laiübraa rEHlifadat cu! a Dipulafión iicndo prcaidenfc i S r Bernad, obriu que i m p o r l f h mJi de ai. Qoo pi icia X pL, CC (Ofj D E H l n i rcoki pióitimo PHESJDENTE celebr- ra, es n p i reee, la elección de nueva prctidenic de la D i putaeión provincial. O D L T PíR E SRUDPJ U E b JI O EX f AO NAR Sin emborgi? c fácil que ae decida l i protección h Cia el primero, por aer amigo de un ministro que ha emrado hAce poco u f o r m i t parle d d G i b m e i f f RECUERDOS 1 A M U E R T E D E L a estancia d t IOA O DONNF- LL bravo voIunlíTJo catalanes en M a d r i d e v o l o s recuerdos g l o r j o j j j? d e a g u e r r a d f A f n c a y h o y a n i v f r i r l o d e Ja d e l g e n e r a l O D o n n c i T e máv viva 1 i n e m o r i d f aquel caudiJIo q u e c o n d u j o nuci lra; t r o pas á Ja v i c t o r i a r e a l í a n d o cJ p r e s t i g i o d e ¡a P a t r i a DoFi L e o p o l d o O D e n í i e l l fue d u r í n i c c i n c o jjfios e a p i t j n genera! cié l a isla d e C u b a o c h o aftoí niinisíroH v d e c l l o i c i n c o p r e s i d e n t e d e l C o n s e j o d o vece g e n e r a l en j e f e d c j é t v j t o g o z j n d o cunndo m i n d ú e d e A f r i c? d e íjculradc- o m n í m o da p ra rnancjar lo i m i l l o n e s que Iv NiciÓA había r e u n i d o para la j u e r r a y csle l i o m b r e q u e m u r i ó sin d j a r bienes d e f o r t u n a y fin í d í d r e l a t i v a n i e n i e j o v e n pues no tenia mas q u e cincuenta y o c h o año b i e n merece u n r e c u e r d o que renueve d e o u n d o e n cu indo las noCúbJe: cualidades que l e a d o r n a b a n y l o l í i c v a n t c s servicio q u e p r e s t ó i sir P a t r i a En Julio de JSO 6 se V Í Ü l i b f c d e JOS Impütold IA 5 AT o ho anoi de prJiPÚn, p o r entender que el tcj urido mutnmanhL e n i l c i l pero el letrado recurrente l o i t u v o en l i rita que iif da debí tte f o n d c n i d o en todo c i í o Como uuti r de un delito d e i f i n d i l o público, porque el primer matrimonio no produce e f r c t o i eivJlci. r A T O Y S A L- Lo i l u v r e luífAtoniul MERON tos S r c D i l J y Salmerón informaron ayer Tirde en el Siipremo í o b f c nU I j d- d de n t i de lína pírcela d t terreno- U PASArSTE